quarta-feira, 6 de outubro de 2010


FILOSOFIA – Metafísica. CRÁCIO – RES – graceli terceiro sistema.

Realicismo. Tratado do puro ser.

Cracionismo e fenomenalidade.

Autor . ANCELMO LUIZ GRACELI.Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.ancelmoluizgraceli@hotmail.comRua Itabira, n 5, Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.Trabalho registrado na Biblioteca Nacional. Brasil.Colaborador. Márcio Piter Rangel.DO QUASE NADA TUDO PODE SURGIR – EXCETO DEUS. POIS É O ÚNICO ABSOLUTO.

Deus é um ser de poder cósmico inserido em todo o cosmo, e sobre tudo ele age, por isto que está em todas as coisas e todos os lugares. Deus não tem formato, dimensão, densidade. Não é substância. Sobre tudo ele age e vê.



TRANSCENDENTALISMO RACIONALISTA FENOMENOLÓGICO.


CATEGORIAS PRIMÁRIAS.

1- ABSOLUTABILIDADE – DIVINO , INTRANSCENDETE EM SI E QUE AGE SOBRE TODOS OS FENÔMENOS E PODERES.

2- PODERES – DIVINO, CÓSMICO [ DA ENERGIA], VITAL.

3- REALIDADE – DIVINO, PODERES, ESPIRITO [ALMA], VITALIDADE, TRANSCENTALIDADE, FENÔMENOS, RACIONALIDADE.

4- TRANSCENTALIDADE - O FENOMENO É A ESTRUTURA VISIVEL E INVISIVEL [SEM DENSIDADE] QUE SOFRE A AÇÃO DO PODER SOBRE SI]

5- FENOMENALIDADE [ COM ESTRUTURA FISICA OU NÃO, COM DENSIDADE OU NÃO, VISÍVEL OU INVISIVEL] – QUE SOFRE A AÇÃO DO PODER ATRAVÉS DA TRANSCENTALIDADE.

6- INVISIBILIDADE – O INVISÍVEL SE SOBRE O VISIVEL – DENSO. [ O VISÍVEL CAREGA EM SI O INVISÍVEL, E É DETERMINADO PELO PODER, VONTADES E DIRECIONAMENTOS DO INVISÍVEL.

7- RACIONALIDADE – DIVINA, VITAL, TRANSCENTAL, PSÍQUICA , LÓGICA.




De todas as relações a mais fundamental é a da transcendentalidade, onde o próprio fenômeno transcende sobre si para se eternizar. Não está no outro, na oposição no contraste.

Pois é no interior do próprio fenômeno que o poder age, e o poder é em si um fenômeno transcendendo, exceto o divino.

Logo, é no puro ser que a realidade atinge o seu auge, a sua plenitude, mas não atinge um estagio absoluto, pois absoluto só o intranscendente – Deus.

O fenômeno acontece dentro dele mesmo, e ele transcende sobre si e para si através de poderes naturais e essências criados pelo poder vital , divino e cósmico.

A essência e natureza da realidade é transcender. Logo é no puro ser que a realidade encontra seu apogeu e plenitude.

Ou seja, a unidade não vem de dois, mas de um e do mesmo que age sobre si.

Mesmo sendo outro em outro momento, naquele momento ele é um só, ou seja, uno, e como consequencia de sua transcendentalidade.

``O movimento de evolução não é um continuo de desenvolvimento de oposições, e a fusão e reconciliação destas``. Mas sim, uma transcendentalidade de si, sobre e para si, num puro ser que age sobre si através da ação de poderes inseridos e [ou] desenvolvidos por ele. Esta é a essência de toda a realidade.

A própria racionalidade, que é um registro do mundo externo com potencial de mundo vital só é alcançada por causa do estágio vital e mental do ser humano.

A REALIDADE E O CONHECIMENTO SE DESENVOLVEM SEGUNDO UM MOVIMENTO PERFECCIONISTA PROGRESSISTA DENTRO DO PRÓPRIO FENÔMENO OU CONHECIMENTO, ONDE OCORRE A PRODUÇÃO DA REALIDADE E DO CONHECIMENTO EM SI, DENTRO DE SI, SOBRE SI E PARA SI.

ESTE DESENVOLVIMENTO É REGIDO E COORDENADO POR PODERES INTERNO, NO CASO O VITAL E O PSÍQUICO, QUE RECEBEU A DIREÇÃO DE PODERES EXTERNOS NO CASO O DIVINO.

Ou seja, não acontece por causa de uma contradição ou movimento dialético.


A unidade está no em si de todas as coisas.

A essência da realidade não é a unidade, mas sim a transcendentalidade, o deixar de ser para ser outro e perfeccionar-se. Ou seja, não é a unidade que a realidade se processa para ser e alcançar, mas sim, mas sim ser a própria realidade em si, e a própria realidade em si é ser transcentente dentro de si e para si e sobre si.

REALICISMO – A ESSÊNCIA DA REALIDADE É SER A PRÓPRIA REALIDADE.

OU SEJA, A ESSÊNCIA DA REALIDADE É SER A PRÓPRIA REALIDADE, EM SUAS MÚLTIPLAS E VARIADAS FORMAS E NA SUA TRANSCENDÊNCIA EM SI E DENTRO DE SI. E NÃO NO OUTRO E NO SEU CONTRÁRIO.


A substância do universo, da realidade é o poder, pois e dele que tudo é gerado e coordenado.

O projeto do mundo não é ser racional como um processo final de um movimento dialético, mas sim, cracional e ser a própria realidade – temos aí o crácio-res. Ou seja, a essência de ser realidade e de ser regido – por poderes.

A racionalidade é um elemento da realidade e um projeto do poder. A racionalidade não é a substância final e essência de um projeto da realidade, em que se torna a unidade de todas as coisas.

Ou seja, a racionalidade é uma consequencia do poder regedor e da realidade estruturadora sobre si, dentro de si, para si e em si.

ASSIM, A ESSÊNCIA DE SER DA REALIDADE NÃO É SER UNIDADE, MAS TRANSCENDENTALIDADE E SER A PRÓPRIA REALIDADE.

A realidade não caminha em direção a ápice absoluto, ou seja, ela não tem um projeto de ser para o futuro, sempre com os opostos se tornando uma evolução do anterior, e que volta e se unir com outros opostos. Num processo dialético.

Pois a essência da realidade é ser ela mesma, sempre em si, sobre si e para sim mesma, ou seja, ela não é para o futuro, mas sim ela é para o presente, e no futuro serão infinitos e ínfimos presentes em que a realidade se tornará essência em si mesma, em cada ínfima época que ser realidade. Ou seja, a essência da realidade é ser ela mesma – transcendente, ínfima em cada parte e regida de poderes.


O pensamento é um ser, porém há vários tipos e categorias de seres, entre eles o pensamento, o mesmo vale para a lógica e a racionalidade, pois são seres que compõe o universo, mas não são únicos. E não é a mesma coisa.

A unidade não está na diversidade, pois a própria condição de ser de um não pode ser o outro. A unidade está na própria unidade. Logo não são contrários que se contrapõe para forma a unidade.

COMO TAMBÉM A ESSÊNCIA DA REALIDADE É SER ELA MESMA, A TRAVÉS DA SUA INTERIORIDADE, E NÃO ATRAVÉS DE RELAÇÕES COM OUTROS.

Ou mesmo de ser unidade, diversidade ou dialeticidade. Ou seja, a essência de ser da realidade é ser ela própria, no seu mais puro ser, que é ser fenômeno com direcionamento por poderes.

A realidade não tem por essência se desenvolver em direção a um ápice absoluto, a uma unidade, a ser um registro pela racionalidade. A realidade tem por essência ser a própria realidade e não através do outro.





A LÓGICA E A METAFÍSICA NÃO SÃO A MESMA COISA, POIS A LÓGICA É A RACIONALIDADE, E A METAFÍSICA É PODERES, ALMA, ESPÍRITO, E OUTRAS CATEGORIAS METAFENOMENAIS.

O bem não contém o mal, e o mal o não contém a bem, para formar uma dialeticidade. Cada um segue o seu destino.

O poder não está na raça, não está num ápice evolutivo, pois se compararmos será confirmado que proporcional ao tamanho e peso os seres menores são os que mais vivem. Isto pode ser comparado com bactérias e mesmo as formigas.

Logo, é difícil afirmar que este ser ou outro é o mais desenvolvido, ou mesmo afirmar que a realidade só é ser e encontra a sua essência de ser na racionalidade. Através de um ápice da lógica e da empiricidade.


SOBRE OS PROJETOS DO MUNDO.

O projeto do mundo não é absolutamente racional, mas sim.

Divino.
Cracional.
Real.
Vital.
Transcendental.

O projeto divino é o bem, a harmonia, a paz, a concórdia e o perdão e a vida.

O cracional é o projeto de poderes divino, cósmicos e físicos, vital, transcendental e racional.

O real é a própria realidade na sua auto construção, e dentro de si, sem depender do outro, ou do contraste.

O vital é a construção da vida e do ser vital, e que tem vários elementos que compõe este projeto, entre eles a reprodução, órgãos e funções vitais, a racionalidade e a lógica.


Assim, o absoluto é Deus.

A realidade é o em si transcendendo infinitamente.

A universalidade é a totalidade em que se processa a realidade.

A mente é um estágio e categoria da realidade. Não é o fim a ser alcançado.


A REALIDADE NÃO SE DIVIDE EM.

causa e efeito.

Mente e matéria.

Sujeito e objeto

Lógica e metafísica.

Dialeticidade e unidade.

Unidade e multiplicidade.

Espaço e tempo.

Pois, não é a causa que leva o outro fenômeno a acontecer, mas sim o seu estágio para a transcendentalidade.

O poder e a própria realidade que direcionam a realidade, pois mente e matéria são componentes de um universo infinito e ínfimo de fenômenos. Pois o invisível age sobre o visível e a estrutura. E estrutura e evolui o próprio invisível.

A realidade não se processa em sujeito e objeto, mas sim em poder e potencialidades dentro do puro ser. Do em si sobre e dentro de si e não no outro ou oposto.
A lógica é a racionalidade de si e da metafísica, porem a própria realidade e universo possuem a sua lógica, a sua metafísica e a sua racionalidade. Pois ela acontece dentro de si mesma como uma sinfonia sendo regida do inicio ao fim, por poderes e funções pré-determinadas.

A realidade não é uma dialeticidade em direção a uma unidade, num processo infinito. Mas sim, a realidade é uma universalidade de multiplicidades ínfimas que transcendem sobre si mesmas, programadas e coordenadas por poderes pré-determinados.

A realidade não acontece num espaço e num tempo. Pois a realidade se realiza dentro de si mesma, e fase e intensidade não cronológicas de ser.

Pois também, a tempo não existe como coisa em si. Não tem um referencial final. E é apenas uma reprodução da consciência registrada pela dinâmica do funcionamento do cérebro.

E o cérebro com o seu funcionamento e a consciência é uma consequencia de um estágio de evolução da realidade. E são formas de seres.

O ESPAÇO NÃO EXISTE COMO REFERENCIAL FINAL, pois o universo não tem fim no próprio espaço, dentro dele e nos seus processos.


Logo, o referencial da realidade é a própria realidade, ou seja, é o ser do ser. Ou a realidade da realidade. A que acontece e se processa dentro de si, em si, sobre si e para si.



Toda forma de mal é uma produção negativa, nenhuma forma de mal leva ao bem.

O caráter não se forma com a tempestade e a tensão da vida, o ser já nasce com sua estrutura pronta, é inato, o ser se amolda com esta estrutura à sociedade.

A luta não é a lei do crescimento, mas sim a lei do crescimento é inato ao ser, ele já nasce com potencialidade vitais para o seu crescimento e a sua formação e felicidade.


O homem não encontra sua plena estatura e estrutura através de compulsões. Mas sim, a estrutura vital e psíquica e de caráter nasce com o ser [ ver na internet psicovitalidade graceliana].

A vida é feita para realizações e felicidades, e principalmente para a felicidade, pois a vitalidade construiu sentidos, famílias, emoções em todos os seres para que os mesmos sejam felizes.

E a felicidade não se encontra fora do ser ou no outro. Mas dentro do próprio. Logo, no puro ser, e não no seu oposto.

A história do mundo é a essência da felicidade, principalmente a felicidade psíquica e vital. Os períodos de felicidade é o ápice da vida e da existência, pois é neste período que se é alcançado a harmonia absoluta. Pois temos na harmonia um Deus agindo com todo poder, a paz, o amor, o prazer. Pois a vida e a harmonia é o grande projeto e realização do divino.

O homem não vive para fazer história, mas sim para ser feliz e transcender através dos filhos. Esta é a lei do divino e o caminho e desenvolvimento da vida. Este é grande projeto e essência da vida – o seu próprio desenvolvimento.

Não é o homem que produz a sua felicidade, mas o divino e a própria vitalidade, logo, o homem está inserido na e de felicidade.

A existência, a felicidade, a vida, a harmonia não é um movimento dialético, mas sim o resultado de um poder regendo a vida. E a essência da vida não é atropelar, dar saltos, mas sim prosseguir o seu desenvolvimento conforme as suas potencialidades.

O pensamento, a racionalidade e a história é fruto de fases do prosseguir do desenvolvimento.

A realidade não se processa em causa e efeito, espaço e tempo, mas sim em poderes agindo sobre poderes e transformando a realidade. O invisível sem forma, densidade, sem estrutura agindo sobre a estrutura e a transformando.

O universo vital determina a realidade. E não a historicidade.

O ser é um elemento e componente, do universo vital.

Ele é o resultado do processamento do universo vital que ocorre nele, e o produz.

E ao mesmo tempo ele é parte deste universo vital, por isto ele é sujeito e objeto deste universo vital.

Ele é parte ativa e passiva do universo vital.





A realidade é o crescimento da historia e da racionalidade.

A realidade não acontece por saltos e por contrastes dialéticos, mas sim é um crescimento continuo e regido pela própria realidade e dentro de si, ou seja, pelo puro ser. Que é a essência da realidade.

A meta do desenvolvimento não é a unidade, mas sim a própria realidade e a harmonia da totalidade.

A identidade do ser é o puro ser, dentro dele mesmo que acontece o seu desenvolvimento. Num processo lento e continuo.

O real não é só real quando é racional. Mas sim, o real é sempre e absolutamente real no puro ser, ou seja, nele mesmo, e se desenvolvendo por si mesmo.

Não é a época histórica de uma sociedade que produz a realidade. Mas sim, a realidade com suas potencialidades vai construir a vitalidade e ambos – realidade e vitalidade inserida de poderes do puro ser vão construir a historia, a razão, a moral e a estética.

O mais elevado estágio de conhecimento não é o pensamento, mas sim, a vitalidade que processa e rege o conhecimento de si, e produz mecanismo para a funcionalidade da vida e da psiquê.

A realidade no seu puro ser é racional. Pois, ela constrói seu caminho, suas categorias, potencialidades, poder e fenômenos.

Logo, o que determina a realidade não é o homem com sua racionalidade, muito menos a época histórica de uma sociedade, mas sim, a própria realidade.

Logo, a realidade não caminha em direção a um absoluto, a uma unidade, mas sim caminha na sua construção e produção de novos funções e poderes.


A MATÉRIA É UM ESTÁGIO INTERMEDIÁRIO, OU SEJA, ELA SURGE DO ESPAÇO DENSO E DA COMPRESSÃO DO MESMO. E DESTE ESTÁGIO QUE A VIDA SURGE COM SUAS POTENCIALIDADES E CRIAÇÕES. SENDO REGIDOS PELO PODER DIVINO.


Fora da pressão atmosférica existe também pressão, e isto é provado cientificamente, ou seja, o que causaria esta pressão sobre gases no espaço. Logo há mais fenômenos no universo de que podemos imaginar.

O espaço denso é uma prova de como aglomerados de galáxias se formam, produzindo um formato de caracol. Envolta de um centro sem nenhum outro aglomerado, galáxia ou estrela. Ou seja, se movimentam rotacional e translacionalmente em torno de um vazio.

Considerando, assim, não necessitam de um campo gravitacional no centro para produzir a sua rotação, translação e afastamento. Logo só pode ser por causa da sua própria energia.



Assim, temos categorias e estágios de formas e estruturas do universo.

Que são. Espaço denso. Matéria e energia. Vida. Vitalidade [ inserida de poderes e potencialidades]. Mente. Espírito. Deus.



O mais elevado estágio do conhecimento não é o pensamento. Mas sim, a vitalidade que processa e rege o conhecimento de si. O puro ser de si sobre si e dentro de si.

A vitalidade é mais importante que a consciência, inconsciência, racionalidade, pensamento e lógica – pois a vitalidade é a racionalidade e consciência de si. Não depende do outro para existir e se processar. Ela produz a sua própria existência e coordena seus processos. É o puro ser.


A essência para ser alcançada não é a unidade. Mas sim, a própria realidade no seu puro ser. E de como transcende a própria realidade.

O mundo inteiro e todos os corpos e mentes não são movimentos mecânicos e materilísticos, mas sim, poderes e potencialidade.



DUALISMO.
O agente primordial e regedor de todas as coisas é Deus,

A substância primordial de todas as coisas é o espaço denso. Da onde surge a matéria, a energia, as estruturas a densidade e o visível.

Depois em outro estágio temos outro agente regedor que é o poder vital e as potencialidades.

Depois temos as categorias de como se processa a realidade no puro ser.

Realicismo – a realidade sobre a realidade, o fenômeno sobre o próprio fenômeno.

A transcendência dentro de si. Na construção do novo.

O invisível sobre o visível.

Ou seja, temos dois tipos de fenômenos agindo e se processando [ fenomenalismo].

O com densidade e o sem densidade e sem estrutura e desenvolvendo. Que são os poderes e potencialidade primordiais.

Os secundários sem densidade, que são os espíritos, alma, mente, psiquê, racionalidade, mente vital sobre a funcionalidade das funções e metabolizações.

A realidade então tem um agente primordial – poder divino.

Dois agentes regedores secundários – poder vital – sobre a produção da vida.

e poder cosmológico – sobre a produção da substância, matéria e energia.
Aglutinação e produção de matéria pela compressão do espaço denso. Onde vários fenômenos cósmicos acontecem.

Ou seja, a realidade tem como essência e origem uma dualidade – um de poderes e outro de densidade.

Onde vai ser regida a realidade, e o outro vai produzir a estrutura.

Um com densidade e o outro com densidade.

Um vai sofrer a ação do outro – o poder sobre a densidade.



Porem todos são fenômenos e formas de realidade – o poder e a substância [ espaço denso em compressão]. Exceto o divino. Pois este não é fenômeno. É intranscendente e que age sobre todos os fenômenos. O único absoluto em si.

Então temos tipos e qualidades de puro ser.

O divino e absoluto e si.

O poder vital e transcendental.

O espaço denso e a realidade fenomenológica [realicismo – a realidade sobre a realidade, o fenômeno que acontece dentro de si], que age sobre si sem depender do outro ou da dialeticidade.

Assim, atingir a verdade não é através da racionalidade, mas sim, só quem pode atingir a verdade é o divino e a racionalidade vital regida e regedora de todos os poderes e fenômenos vitais.


DEUS NÃO ESTÁ NAS COISAS, FENÔMENOS E SUBSTÃNCIAS.

Deus é absoluto e o puro ser e que rege todas as coisas, fenômenos, substãncias e poderes.

Deus rege os poderes sobre os fenômenos.

Pois Deus é absoluto em si e puro ser, enquanto os fenômenos e substâncias são transitórios.

O espírito nasce com o homem, se desenvolve e envelhece e morre. E continua por muitos tempos após a vida daquele ser humano que deu vida a ele.

Ou seja, ele vive dentro e fora do homem.

A alma só vive enquanto o ser viver.

Alma e espírito não agem sobre o desenvolvimento da vida, fenômenos e da realidade.


Os fenômenos não são funcionamentos mecânicos de leis invariáveis.

Mas sim, são processos regidos por poderes – divino, vital ou cósmico como consequencia e regência dos mesmos. E não há leis pré-determinadas nos fenômenos e nos poderes.

Eles se sucedem uns após os outros conforme os poderes e as potencialidades.


Sobre os poderes cósmicos.

É bom ressaltar que o cosmo como um todo segue um desenvolvimento próprio de compressão do próprio espaço denso criando a matéria e a energia.

Que a matéria depois de comprimida volta a se dissipar e desintegrar-se no espaço. Voltando a se estruturar formando novos blocos e esfera de energia. Num ciclo e fluxo infinito. Isto não é um mecanicismo, mas segue uma ordem cósmica.

Este poder de compressão e desintegração é a essência da produção e continuidade infinita do cosmo.

Os processos, os fenômenos, a transcendência fenomênica, a matéria, a mente, a substância não são Deus. Pois do contrário Deus não seria um, seria infinitos Deuses e transcendente. Muito menos seria absoluto.

Deus não é a causa e leis do universo. O universo tem suas causas e leis em outras origens.

Deus é um poder absoluto que rege todos os poderes – cósmicos e vitais. Onde é regida e orquestrada a harmonia do universo.

Os poderes cósmicos agem na produção da matéria, na compressao e dilatação da matéria, energia e dos astros.

Aglutinação pela pressão atmosférica e do espaço denso, e dilatação e desintegração pelos processos de energia, temperatura, fusões, fissões, radiação, processos atmosfísicos, e outros.

Produzindo o universo numa harmonia fluxonária e estruturante e desintegrante constante, num devir infinito e harmônico.

ENTÃO TEMOS AS CATEGORIAS FUNDAMENTAIS DA REALIDADE.

1-DEUS.
2-PODER.
3-POTENCIALIDADE.
4-ESPAÇO DENSO, MATÉRIA E ENERGIA.
5-VIDA, VITALIDADE, ALMA E ESPÍRITO.
6-FUNÇÕES VITAIS, METABOLIZAÇÃO E MENTE.
7-PROCESSOS, TRANSCENDENTALIDADE E EVOLUÇÃO.





A mente pode determinar que o cérebro e corpo trabalho e entre em movimento e em processos. E o corpo age através dos processos dos neurônios produzindo a mente. O pensamento, a alegria, sentidos, instintos, emoções, e tristezas conforme um mau funcionamento orgânico.

São dois que um age sobre o outro. Ou seja, matéria não é mente, mas os dois agem um sobre o outro. A mente sobre a matéria, e a matéria produz e é a causa da produção da mente pelos seus processos físicos e bioquímicos.

A mente pode alterar o metabolismo do corpo quando o ser entra numa grande depressão, ou num momento eufórico produzir e aumentar a sua produção de hormônios. Como também as células do cérebro aumentar a sua energia, ou o coração disparar quando algumas pessoas vão falar em público.

E os dois são fenômenos. Um na forma de processos físicos e bioquímicos. E outro na forma de mente, sentidos, instintos, sentimentos.
RACIONALISMO VITALISTA TRANSCENDENTAL.

TRANSCENDENTALISMO VITALISTA.

CRÍTICA DA RAZÃO TOTAL, VITAL E TRANSCENDENTAL.

ANÁLISE DA RAZÃO VITAL E TRANSCENDENTAL.

TEORIA GRACELIANA DA RAZÃO E DO CONHECIMENTO.
Autor . ANCELMO LUIZ GRACELI.Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.ancelmoluizgraceli@hotmail.comRua Itabira, n 5, Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.Trabalho registrado na Biblioteca Nacional. Brasil.Colaborador. Márcio Piter Rangel.DO QUASE NADA TUDO PODE SURGIR – EXCETO DEUS. POIS É O ÚNICO ABSOLUTO.

A vitalidade constrói o seu próprio conhecimento e a sua racionalidade.

A vitalidade transcende sobre si também na forma de racionalidade.

A razão, a forma lógica de pensar, comportamentos, personalidade, valor existencial do sujeito no universo, neuroses, imaginação, memória, e outros são fenômenos que o poder vital e o universo vital desenvolveu durante milênios e que são transmitidos aos seres que nascem, desenvolvem mais alguns elementos que vão se juntar aos anteriores. E que serão transmitidos aos descendentes.

Por isto que a razão com todos as suas formas e elementos são produzidos pelo universo vital, conforme a sua potencialidade e transmitidos aos seres que carregam e transmitem os elementos da racionalidade.

E outros elementos vitais, psíquicos e existenciais.

Há varias formas de razão –

1-divina – esta em todos os lugares e em tudo age.

2-A cósmica – o universo segue um direcionamento em prol da ordem e da harmonia.

3-Vital – os funcionamentos vitais segue uma racionalidade própria e inconsciente.

4-Genética – é um mecanismo racional que foi desenvolvido para transcender a estrutura vital aos descendentes.

5-Energética celular – na produção de energia pelas células, para manter o funcionamento da vida.

6-Fisiológica e metabólica – produção de hormônios, e funções fisiológicas.

7-Inconsciente vital e psíquico. o universo vital tem a sua própria racionalidade funcional, assim como o universo vital tem a sua própria racionalidade funcional.

8Transcendental e reprodutivo. O mundo vital cria condições vitais para a vida transcender através da reprodução.

9-Inconsciente racional – todo ser nasce com uma racionalidade que ele mesmo não tem consciência dela.

10-Consciência psíquica – mundo construído pela consciência do mundo psíquico.

11-Racional natural – inato.

12-Racional lógico – lógica e matemática.

13-Racional empírica – baseada em objetos e fenômenos fora do ser.

14-Racional metafísica – baseada em deduções e induções para respostas sem base em fenômenos empíricos e deduções lógicas.

15- transcendental perfeccionista – a racionalidade transcende dentro do ser, e de ser a ser, sempre em direção a uma perfeição.

Deus é um ser de poder cósmico inserido em todo o cosmo, e sobre tudo ele age, por isto que está em todas as coisas e todos os lugares. Deus não tem formato, dimensão, densidade. Não é substância. Sobre tudo ele age e vê.

Logo, somos um conhecimento do divino, e temos um conhecimento do divino pela racionalidade e pela fé.

INCONSCIENTE ESTRUTURANTE E REGEDOR – rege o funcionamento e determina o desenvolvimento dos elementos racionais.

INCONSCIENTE VITAL – rege o funcionamento vital e a forma e estrutura e desenvolvimento de como vai funcionar a vitalidade e a mente. E uma forma de racionalidade meta-inconsciente.

INCONSCIENTE PSÍQUICO. São formas e estruturas lógicas que regem o funcionamento psíquico, e que tem um conhecimento vital e psíquico do mundo interno. E não externo.

SUB-CONHECIMENTO. O ser não conhece o mundo externo antes dos sentidos, mas já tem uma estrutura pronta para receber e adequá-los a esta estrutura. Ou seja, o ser desenvolve através da vitalidade e psicalidade elementos para adequar o mundo externo [fenômenos] ao mundo interno [psíquico e racional].

OU SEJA, A RACIONALIDADE VITAL, CONSTRÓI MECANISMOS PSÍQUICOS E SENSORIAIS PARA RECEBER E TRANSFORMÁ-LOS COM SEUS EQUIPAMENTOS EM CONHECIMENTO.

OU SEJA, TEMOS DUAS REALIDADES OU DUAS CATEGORIAS DE CONHECIMENTO.

O FENÔMENO EM SI.

E O FENÔMENO QUE TRANSFORMAMOS NA NOSSA RACIONALIDADE. CONFORME A ESTRUTURA QUE JÁ FOI DESENVOLVIDA. A ESCULTURA É FEITA CONFORME O MOLDE.


E o que fôrma e produz o molde é a cosmolidade e a vitalidade. Ou seja, o poder vem de fora, do cosmo, age sobre a vitalidade e a mesma produz e desenvolve mecanismo de psicalidade e de sensorialidade para produção da racionalidade e do conhecimento. Neste ponto já é de dentro para fora.

E a racionalidade é o que este mecanismo produziu, e o conhecimento é a racionalidade e o fenômeno, juntos. Temos aí que a escultura é feita conforme o molde e o material.

Temos assim dois tipos de conhecimento. O da fôrma [vitalidade e mente]que produz o conhecimento conforme os seus mecanismos.

E a fôrma que juntamente com o barro vai produzir o conhecimento.

Temos assim três tipos de conhecimento.

O inato, racionalidade pura e inconsciente.

O inato estruturador, que vai produzir um conhecimento conforme as suas potencialidades.

E o inato estruturador que depende do barro, no caso fenômeno para ser conhecimento.

Ou seja, o conhecimento não é a racionalidade, e a racionalidade não e o conhecimento.
A racionalidade é parte do universo vital e psíquico. isto no primeiro estágio.

Ou seja, uma criança no útero já tem a sua psiquê, o seu eu, a sua mente, a sua racionalidade inconsciente.

Quando nasce ele passa a usar o universo vital e racional inconsciente para receber o mundo externo dos fenômenos.

E vai moldar este mundo externo conforme as sua potencialidades vitais e psíquicas.

E conhecemos e racionalizamos conforme o estágio vital em que nos encontramos.

Ou seja, o conhecimento depende de seus estágios.

E de suas ferramentas para adquiri-los e produzi-los.

Após a fase uterina os elementos do mundo externo passa a ter uma ação sobre o mundo interno. Ou seja, os fenômenos sobre a mente.

E conforme o ser vai amadurecendo ele vai aumentando a influência deste mundo externo sobre o seu interno.

Temos uma transcendentalidade, uma dualidade e uma troca de função. No inicio só a mente é o sujeito. Depois a mente passa a ser sujeito e objeto na produção do conhecimento e usa elementos do mundo externo para aumentar a sua lógica e racionalidade imaginativa.

Ele sai do mundo inconsciente e entra no fenomenológico externo para produzir a racionalidade psedoconsciente.

Pseudoconsciente – é o resultado do mundo externo sobre o interno, e a transformação disto em conhecimento. Porem, o ser não alcança um estágio de desvelamento interno absoluto para transformar o adquirido do mundo externo em conhecimento absoluto. O ser não consegue desvelar os fenômenos na sua absolutabilidade.

A transcendentalidade ocorre na dualidade da mente que sai de si e vai até o fenômeno, e o fenômeno que age sobre a mente, quando ocorre a troca e a ação. E que é a dualidade – ou seja, neste estágio o conhecimento é os dois. E o fenômeno age sobre a racionalidade.

Racionalidade não é conhecimento.

Racionalidade é a forma, estruturação e produção do pensar.

E o conhecimento é os elementos que a racionalidade consegue produzir.

No conhecimento temos o resultado na forma de elementos lógicos e conscientes.

Porem pode ser também na forma inconsciente.



A RACIONALIDADE FORA DA MENTE. O puro ser do conhecimento.

A vitalidade é em si uma racionalidade funcional, estrutural, metabólica, física química biológica, psíquica e transcendental. Esta racionalidade que a vitalidade produz coordena e rege todo corpo vital e psíquico vital.

É o puro ser, ou conhecimento puro, que não está na mente, nos sentidos, ou nos fenômenos.

É um fenômeno inconsciente ao homem e a mente e que rege e produz o homem e a mente.

É o sujeito e o objeto de si. Este é o único conhecimento absoluto, e que não é do homem e nem da mente, muito menos dos sentidos.

Pois não existe um espaço e tempo entre sujeito e objeto, pois é o mesmo. E a causa de si. E o efeito de si.

Existe como fenômeno inato, mas não é um fenômeno da mente. É inato de si. Ou seja, ele existe em si, e vai se desvelar no futuro.

É o fenômeno que rege a si mesmo. O fenômeno de si na forma de conhecimento e racionalização da funcionalidade de si.

Existe na categoria de fenômeno e de agente estruturador racional vital.

Neste ponto temos o puro ser do conhecimento, e que é a verdade absoluta. Que não é na mente, nos sentidos, inato na mente, que é fora da mente, mas sim na estrutura funcional vital.

É tanto verdade que a vitalidade constrói mecanismos transcendentais para perpetuação da vida. Como a reprodução, órgãos, hormônios. Etc.
TRANSCENDENTALIDADE DA RACIONALIDADE VITAL.
Transcendentalidade temporal.


Neste ponto a vitalidade trabalha a transcendentalidade da racionalidade vital, transcende para o futuro a sua racionalidade. Logo, este conhecimento é o presente, que tem uma origem no passado e visa existir no futuro. Logo ele é transcendental temporal. No passado ele visa o futuro. Para a sua sobrevida e eternidade.

Assim, o conhecimento absoluto não é o conhecimento da mente e do homem, mas sim o conhecimento vital e transcendental.


O INCONSCIENTE VITAL E PSÍQUICO


O inconsciente vital e psíquico é formas de conhecimento e de racionalidade, que a mente produz com elementos psíquicos dos anseios do homem e elementos lógicos e empíricos da vida do mesmo.

Este conhecimento inconsciente não chega a ser desvelado ao homem. Ou seja, ela não tem consciência dele e ele existe no homem e ajuda o mesmo na estruturação da sua racionalidade.


SOBRE A QUESTÃO METAFÍSICA DOS ESPÍRITOS FORA DO CORPO.

Os espíritos fora do corpo podem ser vistos, sentidos, ouvidos pelo ser humano e outros animais. Ou seja, os espíritos também podem ser um conhecimento empírico e sensorial.



O CONHECIMENTO É UMA CRIAÇÃO E PRODUÇÃO VITAL.

A vitalidade produziu mecanismos sensoriais, instintivos, emocionais, psíquicos, inconscientes, conscientes e lógicos para a produção do conhecimento. Principalmente na assimilação e correlação de objetos e fenômenos fora da mente.

Esta criação e produção não ocorreram por causa de uma vontade de criar o conhecimento, ou uma lógica racional, mas sim, ocorreu pela vitalidade para amoldar o ser ao mundo externo, para que o mesmo usasse o mundo externo para a sua sobrevivência.

Assim, o conhecimento é uma consequencia de uma vontade vital para existência do ser num meio externo. E dele tirar o seu sustento. E sobreviver.


Por isto a vitalidade criou e produziu mecanismos sensoriais, instintivos, psíquicos, mentais e lógicos para a sobrevivência do ser. Temos aí a causa da origem do conhecimento. Que foi uma vontade do poder vital e potencialidade vital.

Pode-se dizer que antes de qualquer coisa o conhecimento é uma verdade vital, sensorial e psíquica. Absoluta para o ser quando em relação ao puro ser. Assim, a vida construiu a racionalidade, a lógica e o conhecimento.

Todos os animais têm a sua racionalidade, logica, instintos, emoções, sentimentos e conhecimento. Todos animais sabem as estaçoes do ano, sabem quando está para chover e se esta chuva é duradora ou não, e intensa ou não. Ou seja, eles tambem tem o seu conhecimento.

E todos nascem com potencialidades para desenvolver estas qualidades. Ou seja, as potencialidades para desenvolver qualidades nascem com os animais.

AS POTENCIALIDADES SÃO INATAS AO SER, É UMA QUALIDADE VITAL. É GENÉTICO TRANSCENDENTAL.

Todo animal selvagem quando ainda na fase uterina já possui potencialidades para desenvolver um grande alfato e instintos. Isto é inato.

E quando vai se desenvolvendo vai tambem desenvolvendo todos os sentidos e produzindo conforme suas potencialidades uma assimilação com o mundo externo. Clima, solo, presas, predadores, cheiros, etc. e eles desenvolvem neste ponto o seu conhecimento. Como consequencia de mecanismos para sua sobrevivência.

Logo, o conhecimento não é inato e nem só a posteóri.

Mas sim, é uma causa da necessidade e produção vital.

E o ser já é gerado com potencialidades que vão se desenvolver, e juntamente com o mundo externo vai produzir o conhecimento.

POTENCIALIDADES + MUNDO EXTERNO = CONHECIMENTO E RACIONALIDADE.

Os animais selvagens não apenas conhecem o clima, solo, e outros fenômenos externos, mas a sua vida segue uma lógica existencial para a sua sobrevivência.

As potencialidades são vitais e inatas que vão criar e produzir o conhecimento, conforme estas potencialidades anteriormente produzidas.


OUTRAS FORMAS DE RACIONALIDADE E DE CONHECIMENTO.

Emoções, instintos, sentidos, sentimentos, elementos psíquicos, inconscientes são tipos e características de racionalidade e de conhecimento. Ou seja, o conhecimento e a racionalidade não são apenas aquele que o ser adquire com seus elementos interno numa assimilação do mundo externo e interno.


ENGENHARISMO CRACIOBIOLÓGICO

A vida e uma consequência de vontades, poderes e engenharia.

e uma programação para o perfeito funcionamento da vida.

O ser é vontade, é mente, é razão, é transitoriedade, etc.



VITALISMO TRANS-PERFECCIONISTA.

A vitalidade tem o poder de criar nela e para ela funções, órgãos, instintos, sentidos, metabolizações para manter a vida.

Isto vai contra o mecanicismo e materialismo e a seleção natural.

Não é uma seleção , mas sim uma produção natural regida pela própria vitalidade e poder vital.

A produção vital ocorre dentro do próprio ser.

Os seres menores são os que mais tem tempo de vida, quando comparado com o seu tamanho-peso.

Isto pode ser confirmado nas bactérias, formigas, etc.

A evolução não é o caminho para os mais complexos, mas sim para os que mais vivem.


Origem e desenvolvimento pela potencialidade de criar e desenvolver e conforme a necessidade de produção para manter a vida.

Ou seja, a vida pode criar infinitos órgãos, funções, sentidos, metabolizações, instintos, inconscientes para manter a vida.

Ou seja. Os fenômenos vitais são criados, potencialisados, desenvolvidos, aperfeiçoados enquanto vai passando de ascendente para descendente. Ou seja, de pai para filho.

Ai se TORNA INATO PERFECCIONISTA. Ou seja, transfere num estágio, com potencialidade para se aperfeiçar em outro ser.

O outro ser para este novos fenômeno será um hospedeiro potencialisado para o aperfeiçoamento.


OU SEJA, TEMOS AÍ.

A ORIGEM CONFORME A POTENCIALIDADE E A NECESSIDADE E USO.

O DESENVOLVIMENTO E APERFEIÇOAMENTO PELA POTENCIALIDADE.

A TRANSCENDÊNCIA HERDADA PARA O APERFEIÇOAMENTO.

Assim, os fenômenos não estavam inatos quando o ser começou a surgir.

Foram sendo criados por potencialidade para o surgimento de novos fenômenos.

Criaram potencialidades para aperfeiçoar estes fenômenos.

E desenvolveram condições e fenômenos para transcender aos descendentes e estes terem condições e potencialidade para continuar este aperfeiçoamento.

Ou seja, a emoção, os instintos, sentidos, órgãos, não nasceram com o primeiro ser, mas durante a existência e vida eles foram sendo criados e sendo desenvolvidos, alguns em uma época e outros em outras.

E fenômenos que ajudaram a construir outros, com potencialidades já desenvolvidas.

A MATÉRIA É UM ESTÁGIO INTERMEDIÁRIO, OU SEJA, ELA SURGE DO ESPAÇO DENSO E DA COMPRESSÃO DO MESMO. E DESTE ESTÁGIO QUE A VIDA SURGE COM SUAS POTENCIALIDADES E CRIAÇÕES. SENDO REGIDOS PELO PODER DIVINO.


Fora da pressão atmosférica existe também pressão, e isto é provado cientificamente, ou seja, o que causaria esta pressão sobre gases no espaço. Logo há mais fenômenos no universo de que podemos imaginar.

O espaço denso é uma prova de como aglomerados de galáxias se formam, produzindo um formato de caracol. Envolta de um centro sem nenhum outro aglomerado, galáxia ou estrela. Ou seja, se movimentam rotacional e translacionalmente em torno de um vazio.

Considerando, assim, não necessitam de um campo gravitacional no centro para produzir a sua rotação, translação e afastamento. Logo só pode ser por causa da sua própria energia.



Assim, temos categorias e estágios de formas e estruturas do universo.

Que são. Espaço denso. Matéria e energia. Vida. Vitalidade [ inserida de poderes e potencialidades]. Mente. Espírito. Deus.




VITALPSICOFUNCIONALIDADE.

PSICOVITALTRANSCENDENTALIDADE.
Mecanismo criados pela vitalidade para produção e transferência da vida. Sempre em direção a perfeição.


1-CRIA MECANISMO PARA A TRANSFERÊNCIA DE CARACTERÍSTICAS dos seres aos descendentes.
Genética.



2-CRIA MECANISMOS DE APERFEIÇOAMENTO DE CARACTERÍSTICAS FUNCIONAIS, metabólicas, morfológicas que são transmitidas a novos seres.
Evolução psicodirecionada.



3-CRIA CAPACIDADE DE COORDENAR TODAS AS FUNÇÕES vitais, psíquicas, metabólicas, e transcendentais, produzir anticorpos compatíveis a invasores ao perfeito funcionamento anteriormente programado.
Psicovitalismo.


4-CRIA MECANISMO DE PRODUZIR E SINTETIZAR elementos químicos, funções físicas, químicas, biológicas, metabólicas, de produção de energia no interior do ser. De mecanismos psíquicos.
Psicovitalbiofisicoquimico.


5- vitalfisica – criação pela vitalidade de absorver e metabolizar energia.


6- vitalquimica- criada pela vitalidade para transformar e metabolizar elementos químicos.


7- vitalpsiquica –criada pela vitalidade para coordenar todas as funções vitais, físicas, químicas, de energia, metabólicas, de defesa e ataque [ reconhecimento de invasores e produção de anticorpos]. de reprodução, transferência da vida na produção de descendentes. E a psíquica.






TEORIA DA VITALFUNCIONALIDADE.

Mecanismos criados pela vitalidade para a funcionalidade, perfeição e transcendência da vida.



A BALANÇA DA VIDA.

Os seres menores de tamanho e de peso são os que têm mais tempo de vida, em proporção ao seu tamanho, se compararmos o seu tamanho e peso com os outros seres maiores.

Se compararmos uma formiga com o homem, veremos que a formiga pode passar de mil anos.

Este é um dos grandes enigmas da vida e da evolução, pois se os maiores são os mais evoluídos e produzem maiores funções vitais.

Por que a evolução não produziu capacidades vitais para manter estes seres com maior tempo de vida?

A resposta pode estar no elemento primordial para a vida e para a morte. Que é o oxigênio. Que é o elemento fundamental na respiração e metabolização química e produção de energia.

Porem, também prejudica as funções vitais, levando as células a morte. Com consequencia o envelhecimento e a morte do ser.

Enquanto os menores possuem menos material vital, e usam muito menos o oxigênio.

Existem besouros que nascem num meio tampado com pouco oxigênio, e ainda consegue viver por alguns dias.


Ou seja, a evolução ainda não cuidou de todos os detalhes para produção e permanência da vida.


TEORIA DA COMBINAÇÃO GENÉTICA.


Além do psíquico transcendental de pais para filhos. A combinação genética é fundamental na estrutura do ser, evolução, metabolismo, produção de hormônios, doenças, desvios psiquicos e eufóricos.

Tendências a depressão, psiquismo, introversão e extroversão.

Na combinação genética se tem a causa dos desenvolvimentos, evolução, funcionamento bom ou ruim, mutações, e má funcionalidade metabólica, física, química, biológica, e psiquica.

A combinação genética dos pais determinam a vida dos filhos.

Os pais não precisam ter os desvios.

Mas a combinação genética dos dois pode acarretar uma mutação, uma doença, um desvio psíquico, ou um desvio metabólico direcionado para uma mutação ou um futuro ser ou espécie.

E desta combinação acarretar mudanças em outras combinações futuras.

Alguns podem e tem tendências a um tipo de funcionamento orgânico e a desenvolver doenças e desvios.


O ser antes de nascer já tem a sua estrutura vital, racional e existencial traçada. Antes da fase uterina.

Temos aí a causa fundamental da origem de novas espécies, e de desvios psíquicos, e mau desenvolvimento metabólico. E a tendência a doenças como câncer, diabetes, Parkinson, surdez, cegueira, e todos outros.


Uma família sem histórico de determinada doença nos antepassados e pais, pode ter alguns ou todos os filhos com aquela enfermidade.


A combinação genética determina o tipo e alcance de lógica e de racionalidade do ser, através das potencialidades.

A vitalidade é uma racionalidade transcendental sobre si que visa o direcionamento e funcionamento vital.

Racionalidade não é apenas o conhecimento, mas as infinitas formas de se rege um funcionamento ou metabolização.


POTENCIALIDADES ASSIMILADORAS.

O ser não tem o conhecimento do mundo externo, mas sabe que vai encontrar o mundo externo e vai precisar e sobreviver com ele. Por isto que, o ser nasce com potencialidades para assimilar e registrar o mundo externo.

O poder vital e a vitalidade construíram potencialidades e mecanismos para esta assimilação e registro.

Assim, além dos sentidos,, instintos, emoções, sentimentos, inconscientes, conscientes, e outros mecanismos a vitalidade construiu outros mecanismos, que são as potencialidades assimiladoras de sobrevivência e registro do mundo externo.

Como pensamento lógico, indução, dedução, sonhos, aptidões para cálculos, gráficos, desenhos, pensamento metafísico, e outros.

Os animais selvagens nascem com o instinto de preservação mais apurado do que o homem, pois sabe que pode deixar de existir se não for bem ágio.

São formas de conhecimento os odores, a camuflagem, proteção à prole, e vários outros mecanismos criados e utilizados pelos animais.

Assim, temos um conhecimento que depende da vitalidade, porem o conhecimento não existe no ser antes dele ter o contato com ele, ou ter um desenvolvimento lógico ou metafísico do mesmo. Ele tem a potencialidade de assimilação do mundo externo.

Que a vitalidade construiu estes mecanismos durantes milênios até chegar aquele ser.


MAS, EXISTE CONHECIMENTO NATURAL QUE JÁ NASCE COM O SER, QUE SÃO OS VITAIS.

1-Por exemplo, um filhote quando apenas nasceu e que nunca teve contato com uma pedra, não vai ter imagem na sua mente de uma pedra, logo, para ele a pedra não existe, e quando chegar perto da pedra não vai correr de medo.

2-Mas se chegar perto de um leão, ele vai tentar se esconder. Ou seja, ele não conhece o leão, mas tem a potencialidade como mecanismo de proteção que o leão pode tirar a sua vida.

3-E outros animais vão trocar de cor, exalar cheiros para se proteger de outros perigos.

Temos aí três tipos de conhecimento.

No primeiro ele não desenvolveu mecanismos de conhecimento e defesa para a pedra.

No segundo ele desenvolveu mecanismos e potencialidades para o reconhecimento do leão, pois neste caso é vital este reconhecimento, e os seus antecedentes desenvolveram potencialidades e mecanismos para o reconhecimento do perigo. Ou seja, ele não tem o conhecimento, mas tem a potencialidade para produzir este conhecimento.

No terceiro ele tem o conhecimento de suas potencialidades como formas de mecanismos de proteção. E tem a potencialidade de assimilação do perigo e do mundo externo.


A teoria do conhecimento é também uma teoria vitalógica.




SOBRE O TEMPO –

Existem dois tempos.

O tempo psíquico cognitivo que a mente o produz através da memória e do movimento e tempo de produção da racionalidade.

E o tempo enquanto fenômeno – que este pode ser considerado como o estagio processual e de vida do fenômeno. E a velocidade em que ele se desenvolve.

Ou seja, um construído pela mente e cognição.

E outro da própria essência do fenômeno no seu puro ser. Que é o registro de estágios e movimentos dos fenômenos.

Porem, o tempo não existe como coisa em si, como fenômeno, como puro ser.

O que temos são os movimentos e uma referencial no presente que registra o passado e sabe que pode acontecer o futuro.

Logo, o tempo e o espaço não variam, não mudam por que o espaço é absoluto em si, e tempo não existe como fenômeno em si.

O que pode dar uma concepção de variação de tempo e de espaço é a própria mente.

SOBRE O ESPAÇO –

O espaço pode ser uma construção da noção do ser de espaço pela sua mente e cognição.

Uma criança na barriga da mãe tem uma noção daquele espaço em que vive.

Ao nascer as coisas são grandes, as estradas enormes. Quando fica velho e volta aquele mesmo lugar verá que as coisas não eram tão grandes, e as estradas curtas e pequenas.

Ou seja, o espaço para o homem é uma consequência da sua mente e da sua cognição.

E os fenômenos e o mundo fora do homem têm as suas dimensões, e densidades.



O MOVIMENTO SEGUE A MESMA ORDEM.

O movimento psíquico e cognitivo. Que depende do estágio psíquico e cognitivo da pessoa. Uma criança tem uma noção muito mais veloz de um mesmo movimento de um adulto. Ou seja, depende do estágio em que de amadurecimento vital e cognitivo em que o ser se encontra.

E tem o movimento na sua forma em si de puro ser. Ou seja, o fenômeno que se processa e se acelera e freia no espaço. E os estágios em que passa este fenômeno.

A inércia e o repouso não têm haver com o movimento.

A mente, o psíquico e o cognitivo também são fenômenos.



TEMOS AÍ DUAS REALIDADES. UMA DO PSÍQUICO COGNITIVO E OUTRO DO FENÔMENO EM SI NO PURO SER.

COM ESTES EXEMPLOS PODE-SE AFIRMAR QUE A REALIDADE DO CONHECIMENTO VARIA DO ESTÁGIO VITAL EM QUE SE ENCONTRA O HOMEM.

E NÃO CHEGA A VERDADE ABSOLUTA DO FENÔMENO TANTO NA MENTE, QUANTO FORA DELA. OU SEJA, DO FENÔMENO EM SI.

OS MICROSCÓPICOS NÃO CONSEGUEM VER O SE TEM DENTRO DE UMA BACTÉRIA OU VÍRUS. MUITOS FENÔMENOS QUE TEMOS COMO ABSOLUTOS SÃO INDUÇÕES.

OU SEJA, A VERDADE AINDA NÃO CHEGOU NA SUA ESSÊNCIA ABSOLUTA. ESTÁ INDO À DIREÇÃO DESTA ESSÊNCIA ABSOLUTA.

A vitalidade é uma racionalidade em si e sobre si que está e ocorre dentro dos seres, pois age e rege o seu funcionamento sobre si. Logo, não é uma racionalidade mental, mas vital. E que ocorre numa forma de transcendentalidade interna. Ou seja, sobre si mesma.

O divino também é uma racionalidade, pois ele rege a harmonia cósmica, onde produz condições físicas, astrofísicas, astronômicas, cosmológicas e químicas para a harmonia cósmica e a produção da vida e da própria racionalidade.

O que seria do sistema solar se os astros não seguissem um fluxo de desintegração e reestruturação. E se os planetas não tivessem um afastamento ínfimo do sol.

O conhecimento e a racionalidade não são apenas o que existe dentro do homem, mas existem outras formas e em outros seres. Pois o conhecimento não é uma exclusividade do homem.

Uma bactéria, ou vírus sabe quando devem mudar as suas estruturas internas para a permanência de suas vidas.

Um gambá sabe quando deve exalar o seu cheiro para afastar os predadores. Mecanismo este já construído por seus antepassados para esta função.

Ou seja, todos animais, o homem, vírus, o divino, as plantas, a vitalidade possuem formas racionais. E que é também uma forma de conhecimento.

Inteligência vital. Gracelianismo. Ser é o poder.

O PODER E A INTELIGÊNCIA VITAL PRODUZ E DETERMINA A VIDA COM DIRECIONAMENTO DO PODER DIVINO.
O PODER VITAL PRODUZ A INTELIGÊNCIA VITAL E AMBOS PRODUZEM A VIDA, O SER , A MENTE, O CORPO MATERIAL , FUNCIONAL, SINTETIZADOR E PROJETOR DO SEU FUTURO. Daí temos o temos o ser poder, poder vital, e transcendental que é o homem, os animais e vegetais com suas funcionalidade essenciais e próprias.
O ser é o poder, pois o que existe é o poder em forma de função, vontade, inteligência, processos, sintetizações, corpo, transcendência e perpetuação pela reprodução.

Temos aí o agente – poder. E o objeto – que é o que o poder produz.

Vemos aí que o poder primeiro emana de Deus, que dá vida e consistência ao poder vital.




A vida através de seus poderes vitais constrói mecanismos de perpetuar a vida através da reprodução e produção de órgãos, hormônios e glândulas , e preparando o corpo vital para o processo de perpetuação e melhoramento vital e funcional do próprio organismo.

Pois a mesma é sabedora da sua limitação existencial e desaparecerá se não produzir e desenvolver mecanismo vitais e funcionais inteligentes para a própria vida.

A morte não é uma conseqüência genética, mas sim funcional, pois os gases absorvidos pelo organismo e sintetizados pelo mesmo e que parte não consegue sair das células e que se transformam continuamente passam a envelhecer e enrigecer- deixar dura as células, levando a morte de muitas, dificultando o seu funcionamento e produção de energia e sintetização de homonios, com isto forma-se um ciclo sempre menorr intensidade de funcionamento, levando o ser vivo a doenças e a morte.

Quando colocado em um meio com grande oferta de componentes vitais aí a vida se renova, inicia outra, perpetuando a vida. Por isto que os seres vivos se produziram condições , órgãos, hormônios, épocas favoráveis. Vemos os ovos, as placentas com tamperaturas e líquidos e hormônios que dão condições para este inicio da vida , e a perpetuação.

Os ovos que são fontes de proteínas e dependem de acréscimos de temperaturas para serem chocados, e os produtores sabem que precisam produzir a temperatura sobre eles.

Nas plantas, vemos que uma planta velha tende a morrer, perdendo galhos até desaparecerem, porem uma semente, broto ou galho retirada e colocada num outro local ai a vida se renova e reinicia a vida e mantem a perpetuação.

Nas plantas acontece o mesmo que nos animais, os gases e componentes químicos e processos físicos diminuem com o tempo de funcionamento, pois parte dos gases não consegue ser expelido se transforma em outros gases internos, diminuindo o funcionamente vital da planta, sempre produzindo um ciclo sobre outro , decrscendo progressivamente a vitalidade da planta.


HORMÔNIOS NAS SEMENTES PARA GARANTIR A VIDA.

Por isto que as plantas produzem sementes com grande quantidade de hormônios, brotos e galhos que facilitam a sua reprodução.

A semente é uma parte da planta que já é produzida com finalidade de sair , ser expelida da planta para ser germinada fora e manter a reprodução e manter a perpetuação da própria planta.


PRODUÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE SENSORES NAS SEMENTES PARA A MANUTENÇÃO DA VIDA.

As plantas desenvolveram sensores térmicos e de luz para orientar as raízes das sementes, para irem em direção ao solo e poderem brotar. Ou seja, os sensores das raízes se desenvolvem em sentido contrario à luz e a temperatura, com isto a germinação é em grande parte garantida, enquanto as folhas se desenvolvem em direção à luz.

É como se elas soubessem que se as raízes não entrarem em contato com a terra o processo de germinação seria interrompido. Por isto a produção e desenvolvimento destes sensores nas sementes quando as mesma caem sobre o solo e esperam a sua vez de germinar.



a realidade da racionalidade é produto da vitalidade.


A realidade e a racionalidade não é produto de um processo ou estagio histórico.

mas sim de um processo e estagio vital.

Pois o que forma o homem, a realidade e a racionalidade e emocinalidade como a psico e a existencialidaade do ser é o estagio vital em que ele se encontra.

E a partir daí é que ele vai formar a sua realidade e a historicidade.

Ver. produzir
Critica da razão vital.


A realidade não se processa em causa e efeito, espaço e tempo, mas sim em poderes agindo sobre poderes e transformando a realidade. O invisível sem forma, densidade, sem estrutura agindo sobre a estrutura e a transformando.

O universo vital determina a realidade. E não a historicidade.

O ser é um elemento e componente, do universo vital.

Ele é o resultado do processamento do universo vital que ocorre nele, e o produz.

E ao mesmo tempo ele é parte deste universo vital, por isto ele é sujeito e objeto deste universo vital.

Ele é parte ativa e passiva do universo vital.

O UNIVERSO VITAL É O PODER VITAL E DIVINO INSERIDO NA VITALIDADE.

É O CONJUNTO DE PODERES E FENOMENOS QUE SE DESENVOLVERAM E PUDERAM TRANSCENDER.

É O FUNCIONAMMENTO VITAL DE TODO ORGANISMO.

É A PSIQUE REGENDO E SENDO PARTE DO PROPRIO UNIVERSO VITAL.



Teoria da engenharia e harmonia cósmica.

A formação, integração e desintegração de astros.

A reintegração, carreamento em direção ao equador para forma novos astros, o afastamento, a variação da inclinação e da excentricidade. Tudo isto possibilitando que o astro tenha condições de produzir a vida. Confirma-se que o cosmo é parte de uma engenharia voltada para uma harmonia



Potencialidade não é a potência aristotélica.

Mas sim a capacidade de transformar, é poder transcendental. Do vital sobre si na produção do novo e do outro.

Transcendental não é a transcendentalidade kantiana.

Mas sim o fenômeno que transcende sobre si mesmo e que se transforma por poderes vitais. A vitalidade agindo sobre si.

Transcender é transcende sobre e dentro de si por poder vitais anteriormente desenvolvidos.

TEMOS AQUI DOIS TIPOS DE CONHECIMENTO. O VITAL ABSOLUTO EM SI. E O QUE O VITAL POSSA PRODUZIR COM SUAS POTENCIALIDADES E CONFORME O ESTÁGIO EM QUE SE ENCONTRA.

O vital é absoluto e transcendental sobre si, na forma de puro ser.

E o segundo e dependente do estágio em que se encontra a vitalidade na produção da mente.


O conhecimento é o conhecimento vital na sua essência de ser que é o puro ser na forma de fenômeno. Ou seja, não é o conhecimento mental, da memória, do pensamento, do homem. Mas sim o conhecimento regido por poderes vitais que regem a vida e o funcionamento dos seres e sua transcendentalidade.

Este universo vital que vai produzir o conhecimento humano conforme suas potencialidades e estágio de desenvolvimento. Ou seja, o cérebro, os sentidos, os instintos, sentimentos, emoções, inconscientes, consciência, mente, etc. vão produzir um conhecimento conforme o estágio vital em que se encontra.

A lógica é um desenvolvimento da vitalidade na mente dos seres. É bom ressaltar que não é só o ser humano tem pensamento lógico. Outros animais também o desenvolveram, uns com uma lógica mais aprimorada, outros menos.

O INCONSCIENTE VITAL NA ASSIMILAÇÃO, PRODUÇÃO E LOGICIDADE DO CONHECIMENTO.

PRODUZIMOS O NOSSO CONHECIMENTO CONFORME TODOS OS ELEMENTOS VITAIS QUE NOS FORMA.

Assimilamos o mundo externo conforme o nosso inconsciente vital e transcendental.

Ou seja, produzimos um universo de significados, símbolos e logicidade conforme o nosso inconsciente vital e transcendental.

Ou seja, somos o resultado de um processo vital longo e duradouro que vem se estruturando e se desenvolvendo por milênios. E que o estágio vital que nos encontramos deste processo que o nosso inconsciente é produzido. E produzimos o nosso conhecimento conforme todos os elementos vitais que nos forma.

Um ser que não tem um desenvolvimento alfativo bem desenvolvido não terá um conhecimento profundo de muitos cheiros.

O mesmo vale para todos os outros sentidos.

E vale também para o estágio de desenvolvimento do inconsciente, sensações, instintos, consciente, logicidade, sentidos, sentimentos, emoções, pensamento, racionalidade, etc.

Assim, a razão é o universo vital e o estágio de potencialidade em que ele se encontra.

Pois, assimilamos os fenômenos conforme o universo vital e sua potencialidade. E a partir desta condição produzimos o nosso conhecimento.

Temos aí,

1-o vital em si, sobre si, e transcendental que é uma forma regedora da vida, logo, é em si um conhecimento.

2-Os elementos vitais que são em si um conhecimento.

3-O mundo externo e os fenômenos externos. Que não é um conhecimento.

4-A receptação e assimilação deste mundo externo pelos elementos vitais. Que é um conhecimento.

5- o conhecimento metafísico.


O CONHECIMENTO É NATURAL E FAZ PARTE DA NATUREZA DOS SERES.

É UMA CONSTRUÇÃO DA VITALIDADE.

Ou seja, conhecemos até onde chegamos, até onde a vitalidade que nos produz conseguiu produzir elementos para produção do conhecimento.

E o conhecimento não é obra do acaso, mas, sim de uma necessidade. Pois, nós seres conhecemos os alimentos por que é necessário para a nossa existência.

O mesmo acontece, com os instintos de proteção e vários outros elementos. Ou seja, o conhecimento é uma produção vital.

Morcegos desenvolveram órgãos para se locomoverem na noite, ou seja, ou seja, eles tem um conhecimento que não temos. Isto acontece com todos os animais. Cada um tem os seus órgãos, e sua funções que se transformam em conhecimento.

O inconsciente vital é uma forma de conhecimento que está dentro de nos e que não temos conhecimento total dela.

Ou seja, o conhecimento é vital e uma consequencia do desenvolvimento vital em que se encontra cada ser.

O conhecimento nos seres não é a ordenação mental, mas sim, os elementos vitais que a vitalidade produziu em cada ser. E cada um com uma intensidade diferente. E outros não possuem certos elementos que outros possuem. Como no caso de morcegos e golfinhos.

Como exemplo, pode citar. Instintos, sentidos, sentimentos, funções fisiológicas, funções vitais, metabolizações, inconscientes, conscientes, emoções, psiquê, memória. Etc.

O conhecimento metafísico – no caso do divino, da alma, e de espíritos foi um reconhecimento que estes seres existem e fazem parte da nossa existência. Independente de que alguém possa vê-los ou senti-los.


Ou seja, não conhecemos através de propósitos regidos por sentimentos e emoções, mas sim, o conhecimento nasceu de uma necessidade vital e existencial para a perpetuação do ser. Assim, o conhecimento é uma produção vital para suprir uma necessidade vital e existencial para a transcendentalidade do ser.

Neste ponto a vitalidade construiu elementos e mecanismos para o ser assimilar o mundo externo para que o mesmo pudesse tirar dele o seu sustento, sua reprodução, sua família e sua eternização.

Ou seja, o conhecimento é uma construção que ocorreu dentro do ser através da vitalidade, para servir ao próprio ser.

É como a produção de um órgão, uma metabolização, a mente, o inconsciente, os instintos, etc.

Porem, o ser não conhece o mundo externo antes de ter contato com ele. Porem, um feto já tem contato com a temperatura e sentimentos da mãe.

E o ser é gerado e nasce com potencialidades para assimilar o mundo externo.


O CONHECIMENTO NUNCA SERÁ ABSOLUTO, POIS TODAS ESPÉCIES CONSTROEM ÓRGÃOS E ELEMENTOS PARA SUA SOBREVIVÊNCIA E CONHECIMENTO DO MUNDO EXTERNO. LOGO, O CONHECIMENTO É RELATIVO AS ESPÉCIES E AOS SERES.

DEPENDE DO ESTÁGIO VITAL EM QUE O SER OU ESPÉCIE SE ENCONTRA.


A vitalidade que é uma racionalidade transcendental produz elementos, órgãos, funções para o ser conhecer o mundo externo para a sua sobrevivência.

Temos aí duas formas de conhecimento. A primária e a secundária.


NÃO É A ORDEM DO PENSAMENTO LÓGICO QUE REGE E O CONHECIMENTO E A RACIONALIDADE, MAS SIM O PODER VITAL, AS POTENCIALIDADES VITAIS QUE CONSTROEM ELEMENTOS VITAIS PARA A SOBREVIVÊNCIA DO SER.

Ou seja, a necessidade para a sobrevivência do ser foi construído o conhecimento. E o conhecimento é mais um elemento vital em função da continuidade e produção da vida.
Conhecemos o que o poder vital e potencialidade construíram. Ou seja, podem existir infinitos fenômenos no universo que não temos conhecimento deles, por que não tem utilidade para a sobrevivência da vida. E a vida não construiu elementos para reconhece-los e assimila-los.


A REALIDADE SEGUE ESTA ORDEM.

Deus – poder - espaço denso – cosmo - vitalidade e vida - potencialidade e poder vital – elemento vitais – mundo externo ao ser – conhecimento.

O tempo não existe como coisa em si.

O espaço existe fora do ser e dentro na concepção do ser.

A causa não existe, o que existe é uma seqüência de fenômenos. Pois todo fenômeno leva e produz o outro, mas isto é parte da essência da realidade.

Deus rege a ordem do universo, a vontade da vitalidade, rege o poder e a construção do conhecimento.

O Deus não é só o Divino da fé, mas o de poder, da ordem, da harmonia, da lei, da vida e da potencialidade, dos elementos vitais na produção da razão e do conhecimento. Pois se não houvesse uma harmonia cósmica, não haveria a vida, o ser e a racionalidade e o conhecimento.


Assim, a vontade e a ordem inicia com o Divino, que vai refletir no cosmo, na vida, nos elementos vitais e na produção do conhecimento.

Assim, o conhecimento não é pensamento e nem a coisa em si, mas sim uma necessidade vital construída pela potencialidade vital para servir ao ser na sua sobrevivência.


O CONHECIMENTO É UMA CONSEQUENCIA DE PODER, POTENCIALIDADE VITAL E É UM ELEMENTO, UM FENÔMENO E UMA RELAÇÃO ENTRE MUNDO EXTERNO COM O INTERNO.

O divino [mundo externo] produz o interno [vida, vitalidade e elementos vitais], que produz o conhecimento [assimilação do mundo externo pelo interno].

Assim, o conhecimento não é só fenômeno, mas causa e consequencia de poder divino e potencialidade vital. E elemento vital e fenômeno vital. E relação mundo externo e com o interno.

Elemento vital como produção da mente, e fenômeno vital como assimilação do mundo externo pelo interno.

ASSIM, O CONHECIMENTO TEM UMA ORIGEM DIVINA E DE PODER E É UMA RELAÇÃO ENTRE MUNDOS.

Do divino para o vital, do vital para o de potencialidades e elementos, e do vital para o externo da vitalidade.

Ou seja, não é a mente que produz o conhecimento, mas sim a potencialidade vital.

A ordem existe antes do pensamento e da mente, o divino já produziu a harmonia das coisas, das potencialidades e dos fenômenos, tanto no vital quanto fora do vital.

Não é a vontade de conhecer que produz conhecimento, mas a potencialidade vital para a necessidade de sobrevivência do ser.

Reproduzimos o mundo externo em nós para dele suprir nossas necessidades vitais de sobrevivência, por isto a vitalidade produziu órgãos, instintos, emoções, sentidos, inconscientes. Percepção, logicidade, etc.

Ou seja, o conhecimento não é apenas uma faculdade, mas uma necessidade que teve um direcionamento anterior ao ser e a vida.

Não é fruto de uma estética de sensações e de vontades, mas de potencialidades, necessidade e de relação.

A ordem não é só a ordem da mente, mas a ordem e harmonia divina que trabalha em função do desenvolvimento da vida.

Não é obra do acaso, mas tem um propósito na sua origem e na sua produção.

Não existe na mente como num processo dialético idealista. Mas existe na vitalidade e na relação. Mundo interno e mundo externo. Vitalidade e fenômeno.

Ao machucarmos um dedo, aquela dor se encontra mais no dedo do que na mente, e mais em todo o corpo do que na mente.


O CONHECIMENTO É VITALISTA.

Assim, o divino que produz o poder e a potencialidade, produz o ser e suas potencialidades, que irá produzir elementos e funções para suprir suas necessidades vitais. E a razão e o conhecimento são uma delas. Logo, o conhecimento não é o que temos na mente através do pensamento, vontades, ordem, mas o que o ser precisa e necessita para a sua sobrevivência.

Logo, o conhecimento antes de ser idealista, é uma vitalidade produzida por potencialidades vitais, na forma e produção de elemento vital, construído com propósito vital para suprir as necessidades vitais. Logo, é um fenômeno vital e que é uma consequência de um propósito cósmico e divino.

Assim, o conhecimento é um ser, um fenômeno, um propósito, um elemento vital, uma relação, uma necessidade, uma produção que está em desenvolvimento.

E não se desenvolve por causa do outro, do contrário, do fenômeno fora de mente, logo, não é dialético.

Mas sim, se desenvolve dentro da estrutura e potencialidade vital conforme vai se desenvolvendo estas potencialidades e a necessidades do seu desenvolvimento. Para suprir a necessidade da sobrevivência.


A VIDA E O CONHECIMENTO SE DESENVOLVEM ATRAVÉS DA AÇÃO DAS POTENCIALIDADES.

O CONHECIMENTO NÃO É IDEALISTA, MAS UM POTENCIALISTA VITALISTA.

Ou seja, não é o fenômeno que se desenvolve e regem o desenvolvimento para o propósito de produzir sentidos, mentes, órgãos para a produção do conhecimento, mas sim o que se desenvolve é a potencialidade, e esta por sua vez agir sobre a funcionalidade e estruturalidade vital direcionando a vitalidade para qualquer tipo e intensidade de funcionamento e desenvolvimento.

Assim, o fenômeno vital muda através da ação da potencialidade.

Logo, o conhecimento não é idealista, mas um potencialista vitalista.


COSMOLOGISMO E METACOSMOLOGISMO GRACELIANO.

Fundamentos para uma religião.

Autor . Ancelmo Luiz Graceli.

A realidade são uma interação e universalidade de fenômenos, categorias, ações, poderes, do divino ao cósmico, do cósmico ao metacósmico, do metacósmico ao metafenomênico e metaexistencial. E destes ao universo racional e de direcionamento próprio.


Assim, temos.

Uma razão cósmica, e uma análise para uma razão cósmica e crácio meta e fenomênica.

E se fundamenta num universalismo teo-cosmológico.

Onde o poder divino e poder cósmico, e poder vital, e poder vitalpsíquico agem sobre as três formas de realidades.

A DE PODERES [CRÁCIO].
O META [PROPÓSITO METAFENOMÊNICO, E PROPÓSITO METAEXISTENCIAL].
A REALIDADE CÓSMICA E FENOMÊNICA.

Assim, no crácio temos.

O poder divino.
O poder cósmico.
O poder vital.
O poder vitalpsíquico

Na metarealidade temos.

O metacósmico.
O metaexistencial.
O metafenomênico.
O metavital.
O metapsíquico.
O metaracional.
O metaaprimorativo.


No fenomênico temos.

O cósmico.
O fenomênico.
O as interações e ações.
O racional.
O existencial.
O aprimorativo.
A essência da natureza vital.
O vitalpsíquico.
A racionalidade craciológica [na forma de poder].
O bio, o psíquico, o físico, o químico.

E as interações, e universalidade entre todos.


Logo, é uma teoria de poder, meta, fenômenos, interações e ações, existencial, fenomênica, do conhecimento. E hgt [hiper unificação graceliana da totalidade].

Assim, a realidade é a realidade cósmica e metacósmica.

E o cosmo tem a sua própria realidade e racionalidade que é expresso através da ordem, da harmonia, do direcionamento programado, e do aprimoramento progressivo [e não dialético].


Assim, a realidade não é dialética, não é materialidade, não é o espaço e o tempo.

E a realidade não está regida por estruturas, fenômenos, e causas e efeitos.

Pois, anterior ao fenômeno e causa e efeitos há o crácio e o meta.

E a realidade não se encontra no espaço e no tempo, pois o tempo não existe como realidade em si.

Assim, a realidade se encontra na metarealidade [no crácio e no meta].

O fenômeno e as estruturas, causas e efeitos é o que aparece do fenômeno, e não o que o que o rege e o faz ser realidade.


Assim, uma unitotalidade, uma craciologia, uma metarealidade, uma transcendentalidade sobre a realidade de partes sobre o todo e o todo sobre as partes. Um autocosmo regendo as partes que compõe e produz o todo.


METABIOLOGIA.
Assim, sob a mente consciente e o universo inconsciente está a natureza vitalpsíquica, e sobre está o crácio e o meta.

Pois eles regem a sua estruturalidade, formação, aprimoracidade, e transcendentalidade.

E a partir daí a natureza vital tem a sua realidade, racionalidade e conhecimento.

O mesmo acontece com a natureza vitalpsíquica, cósmica, metacósmica, metaexistencial e metatranscendental.

Ou seja, o cosmo, a vida o poder, a vitalidade, a mente têm a sua realidade, racionalidade e conhecimento e que todos se interagem sobre todos. E tudo sobre tudo.

Logo, racionalidade e conhecimento não é uma particularidade da mente. Mas de todos os metafenômenos num metacosmo.


CINCO PILARES CÓSMICOS DA METAREALIDADE.

A realidade estruturante e concreta, e aprimorística, a existencialidade se fundamentam em cinco pilares cósmicos da realidade.

1-O poder.
2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.
3-A interação e unicidade.
4-O fenômeno.
5-E o transcendental aprimorístico

Como se vê acima a realidade não é dialética, pois ela se aprimora e se processa por uma metatranscendentalidade sobre e sob todos as coisas e do cosmo.. E uma interação e universalidade entre todas as realidades.

E na verdade a realidade é metainteração e metaunicidade regido por poderes.


Assim, somos e a nossa razão é, e somos um estágio da maturação cósmica regida por seus poderes e metarealidades.

Onde leva a realidade na sua totalidade de categoria de ser a se integrar, unir, transcender e trans aprimorar.

A permanência da vida é o propósito máximo da vida e de todo ser vivo. E para isto a vida constrói mecanismos ferramentas, órgãos e funções. Somos reproduções, imunidade, reprodução e reposição celular, funções metabólicas, mente, etc.

Ou seja, somos varias realidades numa só dentro de nós. E fora de nós.


Assim, a realidade é e se desenvolve sozinha através dos cincos pilares da realidade.

Com isto a realidade não é mecanicista, ocasonista, materialista, e dialética. E não faz parte de um processo de causa e efeito dentro dos fenômenos e sua materialidade, mas, um universo de poder, meta, interações e universalidades cósmicas.

Com isto a realidade é se fundamenta nos cinco pilares.
Logo, a realidade não se encontra no tempo ou no espaço, mas nos pilares e suas interações e em si mesma.

Não está no outro [espaço e tempo], mas em si mesma.

Não se encontra na causa e efeito, ou na fenomenia, mas nos pilares e sua universalidade.

1-O poder.
2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.
3-A interação e unicidade.
4-O fenômeno.
5-E o transcendental aprimorístico


Assim, a matéria não construiria os pilares da vida, da mente, e os espíritos, o aprimoramento direcionado, a ordem e harmonia cósmica, a funcionalidade do universo vital com todos os seus órgãos e funções.

Mas os poderes, potencialidades, transcendentalidades, metarealidades, aprimoramentos naturais e metanatural que estão nos pilares cósmicos e formam o todo da realidade e suas interações.

Assim, a vida não é obra de uma evolução a partir da matéria, num processo mecanicista e ocasonista.


Assim, temos o hgt, numa só teoria temos a metafísica, o existencialismo, o vitalismo, o racionalismo e uma teoria do conhecimento.

Onde os cinco pilares cósmicos são também formas racionais, lógicas e com conhecimento próprio.

E a vida e a existência surgem e se aprimoram pelos pilares cósmicos.

TEMOS NESTE PONTO UMA INTERAÇÃO, UMA TROCA, UMA UNIVERSALIDADE, ONDE AS PARTES SE COMPLEMENTAM COM O TODO, E O TODO AGE SOBRE AS PARTES. NESTE PONTO ESTÁ O CÓSMICO.


Meta-aprimoracidade.

A realidade se aprimora por um poder, potencialidade e um rácio-poder, que leva a uma transcendentalidade lenta.

Fundamenta-se no poder e no metacosmico [externo] para o poder e metafenômeno [interno]. Assim temos o externo agindo sobre o interno, que é o craciovital, na produção da realidade. Onde há uma interação do externo para o interno e o interno sobro si, e interagindo com o todo.

Produzindo uma terceira realidade. Que é a realidade dos fenômenos, das estruturas e dos metafenômenos estruturantes, transcendentais aprimorístico inseridos dos cinco pilares e pela ação dos cinco pilares.

1-O poder.
2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.
3-A interação e unicidade.
4-O fenômeno.
5-E o transcendental aprimorístico


Assim temos a realidade craciocósmica e craciofenomênica.

E a realidade metacósmica e metafenomênica, que agem produzindo a realidade crácio, meta e fenomênica. Que agem produzindo a realidade externa e interna crácio e meta, e a realidade fenomênica e transcendental.

E que por sua vez estão inseridos de direcionamentos, ordem, aprimoramento e racionalidades.

Ver metafenomenia graceliana [publicada na internet].


Com a interação e a relação encontramos a hgt [hiper unificação graceliana da totalidade].

Através do externo sobre o interno, e o interno sobre si mesmo e sobre o todo, e na produção de mudanças sobre o terceiro [terceira realidade] que são os fenômenos, a transcendentalidade e o aprimoramento.

Observação. Isto não é dialética, pois temos aí o crácio, o meta, a universalidade e o hgt.

Assim, começa de fora para dentro com o crácio e o metaexterno.
De dentro para fora com metainterno.

Onde os pilares

1-O poder.
2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.
3-A interação e unicidade.
4-O fenômeno.
5-E o transcendental aprimorístico

São a sustentação do todo e são parte fundamental do todo.

Assim, este tratado sai do eixo físico, psicológico, espiritual e surge com o crácio, o meta, o cósmico, o transcendental aprimorístico, a interação entre o todo e as partes, o uno, o direcionado.

A universalidade entre a metafísica, o existencialismo, racionalismo e teoria do conhecimento.

A realidade não se processa por causa e efeito, mas pelos cinco pilares cósmicos e a transcendentalidade.
Não há espaço e tempo onde a realidade possa ser estabelecida, mas ela se estabelece em si mesma sob a ação dos cinco pilares cósmicos.

Onde temos a universalidade, a interação cósmica, estágios e poderes.

A matéria e o ocaso não servem e não são sustentáculos e agentes da produção da realidade. Mas os cinco pilares.

1-O poder.
2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.
3-A interação e unicidade.
4-O fenômeno.
5-E o transcendental aprimorístico.

Assim, o mundo é o que me produz. No caso os pilares e a vitalidade.

E o que produz o que me produz é o cosmo.

E este o meta.

E este o crácio [ poder divino e poderes cósmicos e vitais].

O homem é o que é o seu universo vitalpsíquico, cósmico, metaexistencial e craciológico, logo, o homem em si não chega a existir como agente fundamental de si. Logo, nunca será um super-homem.

Logo, um homem, uma sociedade, um ser vivo não é superior a outro. Pois, estes estão sob a ação da vitalidade, e a vitalidade do meta, e o meta do crácio, e as interações e universalidades entre todos.

Assim, a moralidade não está na força, mas nos cinco pilares cósmicos.

1-O poder.
2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.
3-A interação e unicidade.
4-O fenômeno.
5-E o transcendental aprimorístico.

Não está na era [a era do espírito], mas na ação dos pilares.

O mesmo vale para a realidade.

Assim,

3-     O homem não está a frente de seu organismo e da sua mente.
4-     Organismo e mente a frente da natureza vital e natureza psíquica.

5-     por sua vez estas da sua metaexistencialidade e metafenomenia.

6-     Por sua vez estas de poderes [divino, cósmico e vital. E De interações metacósmica.

7-     E das unicidade, e da hgt [ hiper unificação graceliana da totalidade].

Logo, o homem, os seres não serão super-homens, super-seres, e não caminham em direção a ser absolutos. Pois absoluto só há um – o divino.

E por sua vez o homem só o que é outra realidade que há dentro dele e que o produz. Que é a realidade e natureza vital. E todos são produtos dos cinco pilares cósmicos.



Ele não caminha para ser um ser absoluto, pois absoluto só é o divino. E também o homem é um ser que apenas é o reflexo do é o seu universo vital e psíquico e o universo cósmico, meta e crácio que o estrutura e faz parte de sua natureza.

O mesmo serve para o super-homem, pois o homem nunca será um super-homem, pois ele é apenas um reflexo.

O reflexo do é o seu universo vital e psíquico e o universo cósmico, meta e crácio que o estrutura e faz parte de sua natureza.

Não há raças de seres fortes, pois todos têm a sua natureza vital, e em muitas espécies os menores são os mais aptos. [ver teoria biológica graceliana da inversão – publicada na internet].

Não é o perdão a moral fundamental do homem, pois a sua moral fundamental já existe dentro do ser, faz parte de sua natureza vital e psíquica, que está expressa no sentimento de proteção dos filhos pelos pais, principalmente pela mãe. Que tem como meta a continuidade da vida, sua transcendentalidade e eternidade.

Ou seja, o sentimento que é uma ferramenta vital e psíquica é o principio fundamental da moral.

E isto faz parte da natureza vital e psíquica, e homem apenas a expressa e a consolida nos seus filhotes recém nascidos.

É a ferramenta de proteção que dará continuidade a vida, pela transcendentalidade e reprodução.

Ou seja, antes de existir o homem há o universo vital e psíquico.

E isto não um é inconsciente, mas uma FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

Por sua vez o universo vital está sob a ação do universo cósmico de interações e poderes, meta e crácio, e de transcendentalidades, todos regidos pelos cinco pilares cósmicos.

Logo, o homem é o resultado do que o precedeu e o fez e o faz ser o que é. Assim, a moral fundamental não é o perdão. Mas a fenomenalidade transcendental expressa através do sentimento de proteção.

A fenomenalidade transcendental não é apenas uma genética, um inconsciente. É uma estrutura estruturante dentro do ser e que o produz.

A FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

Não está no depois, no processo, mas está no antes, está na produção estruturante do ser, da sua vida, da sua mente, da sua reprodução e transcendentalidade.

Assim, o perdão é fundamental, ponto máximo da psicologia do cristianismo, mas a estrutura da moral já está dentro do ser vivo. O ser apenas é o reflexo deste universo que o produz.

Ou seja, o ser já nasce com a luz dentro dele, pois ele é o que o produz, e o que o produz é um universo e natureza de poderes e metafenômenos dentro da ação de um metacosmo.

Não devemos desprezar o perdão, pois é uma das maiores conquista já produzida numa sociedade e que culminou com a vinda de Cristo.

Porém, o ponto maior de uma sociedade, da moral e do ser é a luz, e a luz é a FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

E que estão dentro do ser. E que o ser é o reflexo da FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

E que por sua vez estes estão sob a ação do metapropósito fenomênico existencial e do universo crácio e metacósmico.

Assim temos os fundamentos para uma biologia, psicologia, sociologia, moral e uma religião.

Onde a FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.
Não é uma genética, mas rege a vida e o ser.

Onde a FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.
Não é um inconsciente, mas faz parte da natureza do ser e de sua mente e rege a mente. Pois rege os sentimentos para reger e transcender a vida.



Onde a FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.
Rege a moral, e é anterior ao ser, e o ser apenas a reflete.

Onde a FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.
Estabelece o ser como luz antes mesmo dele aceitar ser luz, antes dele nascer, e ele nasce com um universo de luz dentro dele, e um universo de luz que o produz e que ele está inserido. Que é o universo vital, meta e crácio.

Ou seja, temos neste ponto novos fundamentos para o ser, e que podem servir para uma nova fundamentação de uma religião.


A realidade, o ser, a existência, a felicidade, a racionalidade e a mente também surgem de uma FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

Temos neste ponto uma UNICIDADE GERAL E TOTAL [HGT] entre as ciências e filosofias e uma nova fundamentação para uma religião.



Prossigamos – a realidade não se faz com [o espírito da era], mas sim com a universalidade metacósmica dos cinco pilares cósmico.

A procura do poder e da força não está no homem, mas no seu universo e natureza vital, psíquico e cósmico, que se encontra dento dele e o forma e o produz como ser homem ou mulher, e ser realidade.

A mulher neste caso leva consigo não a ânsia da força e do poder, mas ser a genitora da vida que ela carrega, e que a natureza lhe impôs esta função.

E em se tratando de sentimentalidade, a mulher tem isto mais desenvolvido para ter uma maior proteção para com os seus filhos. Que também ela apenas reflete um universo vivo e vital que a mesma carrega e transcende.

Com isto ela tem uma FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO bem apurado e bem sólida.

Logo, ser homem não é ser super, ser homem é ser o reflexo de uma realidade que está dento dele.

E ser e realidade neste ponto é uma só coisa.


Não é o homem que reproduz, mas a sua natureza vital, ou seja, ele não tem domínio sobre a sua reprodução e sua realidade.

E sobre a sua vida, pois ele morre, mas a vida transcende e se aprimora pelos cinco pilares cósmicos.

Com isto esta não é a minha moral, mas a moral do universo vital.

E não é a minha estética, mas a estética do universo vital e dos cinco pilares. Pois o belo ou o feio só os serão através dos pilares e da FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.
Só verei o belo se tiver num estágio e maturação capaz de ver e decifrar o belo ou o feio.


Assim, se há algo super é a vitalidade, pois é nela que há o poder e sua transcendentalidade, pois, ela também é o resultado dos cinco pilares cósmicos.

Prossigamos – o pensamento não está na consciência, mas no universo e natureza vitalpsíquica.

Pois, o que coordena o funcionamento dos órgãos e metabolizações é a natureza vitalpsíquica e não a mente, ou o consciente.

Por outro lado, a essência da moral e da sociedade não está no forte ou no fraco, mas na interação de todos os elementos e componentes sociais e morais, que são regidos pelos vitais, e estes pelos cósmicos.

Porém, o bem não interage com o mal, pois o bem é absoluto, e o mal transitório. E o bem sempre está cima do mal.
.

Assim, a essência da realidade, dos indivíduos, da sociedade, da moral não está na melhoria da raça, ou de seres para sobressair perante outros numa sociedade. Todos têm a sua função, isto se encontra em todas as sociedades. Principalmente das abelhas, formigas, macacos.

E todos têm a sua potencialidade vital, biológica, psíquica, sociológica, moral conforme a sua função na existencialidade.

E que se divide em.

Primeiro – da vida.
Segundo – do todo.
Terceiro – do ser.


Sobre a felicidade.

A felicidade está na harmonia do todo. Na ordem cósmica. E no poder e interação que produz o cosmo.

Logo, não é um individuo [forte ou fraco], mas o todo e sua natureza vital, e os cinco pilares cósmicos.

E o ser, em qualquer condição que se encontra [ forte , fraco ou super] não vence a morte, mas o todo, a organização, a ordem e harmonia, a interação, a vida, os cinco pilares vencem a morte.

Neste ponto o ser nunca será super, pois ele não vence os seus limites vitais e existenciais, mas a vida vence e transcende.

Pois, ele está fadado ao fim, e antes do fim à decrescência vital, biológica, psíquica, existencial e social.

Mas, perante o divino ele será eterno, pois a sua existencialidade faz parte de um propósito metafenômeno existencial e cósmico.

Esta é a compensação cósmica da metaexistencialidade.

Assim, a essência da moral é a metaexistencialidade, é a vitalidade e os cinco pilares cósmicos.

Pois, o ser é o que o produz, ele está num barco que o navega. Ele não tem o leme e nem é o motor de si mesmo. Ele não é o objeto e nem o sujeito, logo, ele nunca será um super-homem.

Assim, a religião é a mais importante criação do homem. Que é reconhecimento do seu tamanho num universo que ele só é uma pequena parte.

E a vida supera e está alem do homem. Pois, o homem já nasce na decrescência existencial, enquanto a vida que o produz persiste, transcende e se aprimora pelos cinco pilares cósmicos.

O CRISTIANISMO nivela o homem através do perdão.
O GRACELIANISMO nivela o homem através da mágica da vida – homem através do divino, dos pilares, e do que tem dentro dele – que é a natureza vital e psíquica.

Em direção a transcendentalidade.

O homem deve conhecer a sua natureza vital, metavital, transcendental, mágica e metaexistencial.

Reconhece que a vida conduz o homem, e a Deus.

Temos uma filosofia que se assemelha a uma religião, enquanto unifica e universaliza as ciências, filosofias e a religião.

Pois, a metafísica, o existencialismo, o psicologismo, a racionalidade, a moral, a estética, o conhecimento tornam-se uma só coisa.

Enquanto a cosmologia, a astronomia, física e química se universaliza, pois o mesmo fenômeno que produz o sistema atômico produz os astros.


PRIMEIRA CONCLUSÃO.

Assim, a vida e a natureza vital e psíquica, e os cinco pilares que determinam o homem.

E estes transcendem sobre si mesmos e processar o seu aprimoramento lento e perfeito.

Ou seja, eles não transcendem pelo tempo, ou pelo espaço, mas sobre si e dentro de si, e para si.

E o agente não é a causa, mas os pilares inerentes de dentro de cada interação poder.

Assim, estamos diante de categorias [formas e tipos] existenciais, que são os cinco pilares, a existencialidade, a natureza vitalpsíquica, e o homem.

E o ultimo, o homem [que já é o ultimo, por ser o ultimo degrau na categoria existencial] não consegue ter o domínio sobre si, sobre a sua existencialidade e transcendentalidade.

Ou seja, ele não transcende. Pois, o que transcende é a realidade vital, a natureza vital e psíquica, e os cinco pilares cósmicos.


1-O poder.
2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.
3-A interação e unicidade.
4-O fenômeno.
5-E o transcendental aprimorístico.


Por outro lado, o divino através de seu poder trabalha para proteger e fazer crescer o homem, a sua dignidade, e com ele a sua vida.

E em se falando de vida do homem. É o que o divino mais protege no ser humano. Pois o mau tenta atacar o homem na sua existencialidade e vitalidade, porém o divino o protege.



Continuando.

A filosofia graceliana sai do eixo entre psicologia e física e parte para o crácio, o meta, o uno, e o transcendente.

Assim, segue,

1- De fora para fora por interações [do cósmico para o cósmico] [de poder para poderes], [de meta para meta] e entre todos.

2- De fora para dentro por ação do cósmico para o vital.

3- E depois de dentro para dentro e de dentro para fora, [ do vital para o vital, e do vital para o cósmico].


Assim, a vida é uma essência, uma categoria, uma forma de realidade própria que age sobre si mesma através dos pilares cósmicos.
Não é causa da matéria, mas usa a matéria para se instalar, se processar e transcender e se aprimorar.

Porém, o espírito que nasce com a fecundação, é uma forma de vida e com racionalidade que pode existir fora da matéria.

Pois, a vida é inserida de.
Crácio metafenomenia.
Crácio meta direcionamento.
Crácio meta aprimoramento.




SEGUNDA CONCLUSÃO.

Não é o tempo e nem o espaço que detém a essência da vida, e nem a matéria e nem os processos, mas os cinco pilares cósmicos, e a vida por sua vez é uma realidade própria e essência própria.

Ela não surge da matéria, mas dos pilares, do poder divino e o propósito metafenomênico existencial.

Ela não precisa de causas para existir, pois ela é a causa de si e surge da ação dos pilares cósmicos.

Como exemplo, pode-se citar os espíritos que quando fora do corpo conhecem o medo, principalmente da cruz, e por sua vez não tem cérebro.

A mente está ligada ao universo vital.

A vida tem a sua memória e a função de guardar, reconhecer, defender-se e atacar [anticorpos] e produz a sua imunidade e auto aprimoramento.

E todos estes componentes se formaram e se auto aprimoraram durante todo o desenvolvimento da vida.

E fora do universo vital há o universo metacósmico, de poderes, de propósitos existenciais [ pois a existencialidade precede a vida], e entre todos há uma grande interação de ordem e harmonia que caminham em direção a uma eternidade por uma transcendentalidade aprimorística e direcionada.


Este universo é o de fazer ser e tornar-se realidade pela própria transcendentalidade.

Assim, o que detém a essência da mente, memória, psique não é o cérebro, mas a vitalidade e a natureza vitalpsíquica.

E o que detém a essência da vida não é a matéria, mas a própria natureza vital inserida dos pilares cósmicos. Pois esta tem o controle sobre si e se auto aprimora.
Do contrario a matéria produziria a vida, e isto não acontece. Imagine a matéria produzindo um órgão para funções especificas para o funcionamento da vida. Esta matéria só poderia ser uma super inteligência. E isto é impossível de ser verdade.

Pois, a essência de toda realidade se encontra nos cinco pilares. Não no tempo, no espaço, na matéria, na causa e efeitos.

A memória é a consciência do passado, porém é uma ferramenta vital.

A mente, o intelecto não foi desenvolvido num processo de evolução materialística para compreender e lidar com objetos materiais, espaciais, temporais, causa etc.

Mas sim, a mente é fruto da vida, da vitalidade e dos pilares cósmicos.

Não é só o cérebro, mas a pele reconhece todo mundo externo, e está preparado para proteger a vida do ser com este reconhecimento.

Esta racionalidade está em todos os órgãos, na imunidade, na produção de anticorpos, etc.

Assim, os pilares e a vida são os centros e os agentes fundamentais.

Assim, os órgãos da vida são ferramentas produzidas para desempenhar funções especificas. E trabalhar para a transcendentalidade e sua permanência.


METABIOLOGIA.


A vida não é espaço, tempo, matéria, mudança, quantidade, movimento, mas sim, é uma essência própria inserida de poder e que se desenvolve pelo direcionamento metafenomênico existencial, poder divino, cósmico, e as interações entre todos estes componentes.


Assim. A vida não é composta por componentes físicos, químicos, mas a vida é uma essência própria e inserida de propósitos metaexistenciais, cósmicos, e uma universalidade entre todos.


Princípio do metadirecionamento.

Os cinco pilares com a essência vital e através de direcionamentos para desenvolverem funções específicas constroem órgãos, metabolizações, potencialidade, mente psiquê, memória, instintos, inconscientes, anticorpos, imunidade, reprodução celular, aprimoramentos para que a vida continue no seu curso.

E estas ferramentas que trabalham para a vida são também componentes da vida


TRATADO DA RAZÃO CÓSMICA, METACÓSMICA, METAFENOMÊNICA, TRANSCENDENTAL E VITAL.


O transcendental não está só no vital, mas no poder divino, no cósmico, no meta, e nas interações.

O cosmo tem uma racionalidade própria de ordem, harmonia e processamento. Isto se encontra no movimento de afastamento lento dos astros, dando possibilidade para que a vida se desenvolva.

As potencialidades se desenvolvam para realizar funções em prol da vida.

Exemplo – o olho é um órgão complexo que a vitalidade o desenvolveu para realizar funções bio-psíquicas e existenciais do ser. E cumprir a metaexistencialidade.

Com os olhos o ser aumentou o seu tamanho e teve o tamanho do alcance e potencialidade dos olhos, alem de compartilhar da beleza do mundo.

Por isto que a estética se deve ao mundo metavital e vital, e a da FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

Aqui há uma interação do objetivo a ser alcançado, pois com os olhos o ser ficou mais feliz e com uma maior existencialidade.

A pele também tem as suas funções existenciais e vitais.

Ou seja, os órgãos também são racionais.

Temos aqui uma relação direta entre metafísica, existencialidade, racionalidade, biologia, vitalogia, psicologia.

E isto complementa mais uma função cósmica, metaexistencial e existencial do ser através do poder vital e natureza vital.

Logo, há uma racionalidade direcionada e metaexistencial nisto tudo.

E o mesmo acontece com o cérebro.

Assim, temos.

A racionalidade cósmica e metacósmica.
O poder divino.
O metaexistencial.
O fenômeno.
O vital sobre si mesmo na produção de si e da realidade.

Assim, o desenvolvimento do olho passou por um processo lento e autodirecionado, por potencialidades e poderes pra uma interação cósmica transcendental, existencial e metaexistencial, regidos por poderes e racionalidades direcionadas.
Há um propósito divino e cósmico, real, vital em tudo, fora e dentro, e que o todo interage com o todo. E se universalizam entre si.

O propósito é existencial, metaexistencial, metafenomênico, transcendental, voltado para o aprimoramento e a perpetuação.

Pois, em tudo há poder do divino, e em tudo há ação de poderes.


Deus não está inserido dentro da vida, mas o seu poder que está inserido e age. Deus se encontra em si. Mas age sobre a vida. E o seu poder, este sim age sobre a vida e está na vida, e todas as suas categorias funcionais, transcendentais, existenciais.

Logo, Deus e vida não são a mesma coisa.

Deus é absoluto e imanente, imutável, intranscendente, mas o que transcende sobre todas as coisas e vidas é o seu poder.


A vida é mutável, mas venceu a morte pelo aprimoramento e a reprodução, através do poder e do meta, logo, vencer a morte já era uma condição inicial e natural do propósito metaexistencial da vida.

O ser e o homem não venceram a morte, um não pode ser o outro, e cada um -

[1] Deus, [2] vida, [3] ser tem as suas categoriais existenciais de ser e existir.


TERCEIRA CONCLUSÃO.

A realidade não é dialética, mas é craciometatransaprimorativa.

Poder.
Metacosmico.
Metafenomênica.
Transcendental.
Natureza aprimorativa.


Não é o espírito da era, e nem o cósmico da era.

É o poder, o meta, o trans, que determinam a vida, a razão, a existência, realidade, os fenômenos, e a existencialidade.

A matéria não teria condições de produzir tantas funções, ordens, transcendências, anseios, desejos, instintos, aprimoramentos e emoções.

A realidade e a vida vencem a morte.

Somos como uma célula que se reproduz. Só que temos a nossa consciência em nos. E a célula a consciência nela mesma.


A vida não depositou seu interesse na inteligência, mas na reprodução, na defesa e no aprimoramento vital, pois o seu objetivo é a perpetuação pela pelo poder e transcendentalidade.




Pois, em tudo há poder do divino, e em tudo há ação de poderes.


Deus não está inserido dentro da vida, mas o seu poder que está inserido e age. Deus se encontra em si. Mas age sobre a vida. E o seu poder, este sim age sobre a vida e está na vida, e todas as suas categorias funcionais, transcendentais, existenciais.

Logo, Deus e vida não são a mesma coisa.

Deus é absoluto e imanente, imutável, intranscendente, mas o que transcende sobre todas as coisas e vidas é o seu poder.


A vida é mutável, mas venceu a morte pelo aprimoramento e a reprodução, através do poder e do meta, logo, vencer a morte já era uma condição inicial e natural do propósito metaexistencial da vida.

O ser e o homem não venceram a morte, um não pode ser o outro, e cada um -

[1] Deus, [2] vida, [3] ser tem as suas categoriais existenciais de ser e existir.


O que faz o homem avançar não é a razão, os instintos, mas o poder vital, a razão vital, o metaprimoramento, e o poder divino.



QUARTA CONCLUSÃO.

A moral, a sociedade, a religião tem uma causa primaria que não é a sociedade, ou a inteligência. Mas sim, a vitalidade é que determina os seres a terem ordem moral social, moral e religião.

As abelhas e as formigas têm uma sociedade  moral com funções pré-determinadas antes mesmos de nascerem.

O seu corpo, formato, funções e potencialidades, metabolismos são as suas representações do que serão na sociedade.

Aranhas que antes do nascimento já sabem que viverão até o acasalamento, lagartas que se transformam após uma fase da vida.

Animais com inteligência e capacidades para dominar e ser dominados.

E por fim, é a ordem da eternidade, transcendentalidade e aprimoramento da vida.

E que por fim produz no homem, na sociedade uma moral e felicidade que o universo vital e cósmico, e natureza vital precisa para a permanência e harmonia da vida.

É uma transcendentalidade metafenomênica que chega alicerça a vida. Da vida ao ser. Do ser à sociedade. Da sociedade à moral e à moral. E até a psicovitalidade.

A vitalidade construiu os sentimentos para servir de pilar e alicerces para a reprodução e as defesas [filhos recém-nascidos tem a proteção da mãe].

Nisto tudo há uma grande racionalidade e organização.

E com os sentimentos que leva à reprodução também leva à formação de famílias e sociedades. Isto em todas as classes dos animais, talvez dos vegetais.

No homem forma-se a sociedade, a moral e a religião.

Pode-se citar a inteligência vital e os instintos como ferramentas vitais em favor da vida.



QUINTA CONCLUSÃO.

METARACIONALISMO.

O mundo externo não chega até nós por nossas sensações e idéias.

Mas sim, por poderes divinos, vitais, cósmicos, metadirecionamentos e metafenômenos num universo de transcendentalidades.

A vida tem a sua própria racionalidade. Uma racionalidade interna e regida por poderes externos e internos e metaexistencialidades.

Por isto que a vida se protege, ataca, aprimora, transcende e perpetua.

A razão do homem é um grão de areia num cosmo de racionalidades de infinitos tipos.

Assim, o mundo externo chega até nos pelos cinco pilares cósmicos, e pelo poder e natureza vital. A vitalidade tem a sua própria racionalidade.

O homem e sua racionalidade é um resultado, e são levados para frente pela natureza vital que os produzem.

O homem, a mente, a psique, a racionalidade não são sujeitos, mas são objetos da natureza vital e sua racionalidade, potencialidades, e auto aprimoramento.

Assim, a natureza vital é a essência do homem.



SEXTA CONCLUSÃO.

A causa da natureza vital é a metaexistencialidade que produz e está inserida na natureza, por sua vez a natureza vital é uma racionalidade.

A metaexistencialidade tem as suas causas nos cinco pilares cósmicos.


As plantas têm a sua vital racionalidade, pois esta vital racionalidade que coordena suas funções e metabolizações.

E como os animais também se aprimoram, e produzem defesas e trabalham para a transcendentalidade.

As plantas reconhecem o mundo externo e interno, e luta para vencer problemas existenciais e mantém a vida e a reprodução.mantendo a transcendentalidade  e a perpetuação da espécie.

Ou seja, há uma forma de racionalidade em tudo isto.


SÉTIMA CONCLUSÃO.

Há um poder divino, um direcionamento cósmico, uma metaexistencialidade [externo], que rege um poder interno sobre a vida, a mente, a racionalidade, existencialidade, e o homem.

Assim, temos o externo sobre o interno, e o interno sobre si e que sai de si para fora de si.

O propósito máximo de todo organismo não é só a reprodução, mas também a interação interna e externa, a regeneração celular, imunidade, reconhecimento, aprimoramento, capacidades de sobrevivências, metabolizações.

Ou seja, o propósito máximo é manter a vida, manter as potencialidades e aprimoramentos, com isto tudo manter a transcendentalidade.

Podemos citar cinco formas básicas de vida.

Divina.
Espiritual.
Vital.
Animal.
Vegetal.

O universo vital não trabalha em forma de inconsciente, mas em forma de racionalidade dirigida para a funcionalidade, transcendentalidade e aprimoramento.

O princípio que sustenta a vida não está nos órgãos sexuais, mas sim, na metaexistencialidade transcendental e no universo vital.

Até outras formas de manter a vida. Como na regeneração de órgãos e células, na reprodução de plantas.

Pois, o principio está fora do ser, está nos cinco pilares cósmicos e no universo vital.


A realidade não se processa através de opostos para formar uma síntese, num processo dialético.

Pois, o processo dialético não é inserido de direcionamento, vida, racionalidade e poder.

E o que direciona a realidade para frente e um aprimoramento são os pilares cósmicos.

A realidade é algo vivo, e não materialista e mecanicista.

Não fruto do espírito de uma era.

Antes de ser o que é numa época, ela já existe como projeto e projeção futura para vir a ser.

O ser não caminha em direção a um absoluto, pois, o absoluto é o divino. Pois o único que sobre tudo age. É imanente em si mesmo, logo não transcende.

Ou seja, a essência da realidade não está no tempo, no espaço, na causa, no efeito, na estrutura, no concreto, mas no poder e no universo metacosmico que é uma realidade e leva à segunda realidade a vir a ser.

A primeira é o poder e o meta, que são os sujeitos e objetos de si.

E é o sujeito da segunda. Logo, a segunda só é objeto.

Ou seja, o desenvolvimento de toda realidade não ocorre por opostos em direção a uma síntese. Ou a um fim absoluto. Mas sim, a natureza avança cautelosamente fenômeno após fenômeno, de si sobre si mesmo. E sendo regido por uma racionalidade, um poder, uma metaexistencialidade, e uma interação cósmica que rege e faz desenvolver toda realidade.

Assim, o poder é a essência da realidade e nela está a unidade.

E a lógica está na interação e na universalidade rumo a unidade geral.

Porém, a realidade tem a sua lógica.

O absoluto poder que rege e age sobre o transitório, o fenomênico.



O poder é a substancia do universo.

É nele que tudo age. E dele que emana a unidade.

Ou seja, a unidade parte de um ponto inicial, não é a chegada, mas a partida.

Logo, o absoluto é o inicio e não o fim.

Porém, absoluto é o único imanente – que é o divino.

O poder age e está no vital e na vitalracionalidade.

Assim, o fenômeno e a natureza avançam sobre si mesma, passo a passo, sendo regido

pela sua natureza e poderes metacósmico.

A mente do homem não produz a razão.

Homem e mente é o resultado do universo vital, cósmico, crácio e meta.

A mente é uma ferramenta do universo vital e natureza vitalpsíquica.

E no universo vital há uma racionalidade própria e anterior à mente.

E anterior ao universo vital há uma racionalidade, uma metaexistencialidade, metacósmica e craciológica.

A idéia da mente é antes de tudo a racionalidade vital.

A idéia, a mente e a racionalidade vital existem para uma finalidade e propósito existencial. Que é manter a vida, sua transcendência e perpetuação.

O divino com a ação de seu poder produz e promove a ordem e harmonia do mundo.

O pensamento não é a ordem do mundo, pois, antes do pensamento há a natureza vital e os cinco pilares cósmicos.

Não existe apenas ´´as idéias´´ [analogia a um pensador] como razoes para receber e unificar a realidade.

Pois, a vitalidade é uma racionalidade.

O organismo, órgãos e células têm a sua racionalidade, pois, estão prontos e ordenados para realizar funções, detectar ataques e produzir defesas [ anticorpos], e imunidades.

A pele é um órgão que realiza varias funções.

Há um mundo de poderes, propósitos, metafenômenos e direcionamentos que são formas de racionalidades.

Assim, a mente como resultado da unidade e ordem de sensações, percepções, pensamentos, inconscientes, que são elevados por um propósito e uma vontade do homem.

Porém, a grande racionalidade é a racionalidade vital e a dos cinco pilares cósmico.

A mente não é o resultado de toda realidade, pois, a mente é uma ferramenta da natureza vital, e da natureza vitalpsíquica.

Ou seja, os resultados da ordem, unidade, propósito, vontade, transcendentalidade, aprimoramento da mente são uma conseqüência do universo vital e universo vitalpsíquico e sua natureza.

Ou seja, a mente só é e só será o que o universo vital queira que ela seja.

Logo, só conhecemos a ordem e a unidade do universo vital na produção da mente e do psíquico.

Pois, o universo vital é uma conseqüência causada dos cinco pilares cósmicos e craciológico.

Logo, conhecemos através da natureza vital.

E dos pilares cósmicos.

E é esta a realidade.



Assim, Deus e natureza não são a mesma coisa.
Deus não está na natureza agindo sobre ela.
Deus age sobre a natureza com o seu poder.
Mas, não sai de si, ele é imanente, imutável, intranscendente.
O que é transcendente é o seu poder.
A natureza com os pilares desenvolveu potencialidades e racionalidades.





Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.


Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.